Quando garotos felizes íamos para a escola Quando ragazzi felici andavamo alla scuola com a mochila nos ombros e no bolso a maça, con la cartella a tracolla ed in tasca la mela, para o futuro havíamos um vestido de gala, per il futuro avevamo un vestito di gala, quantas esperanças de gloria, de celebridade. quante speranze di gloria, di celebrità. Mas inexorável o tempo traçava o caminho Ma inesorabile il tempo tracciava il cammino e com a cabeça reclinada afogamos no nosso destino. e a testa china anneghiamo nel nostro destino.
Adeus sonhos de gloria, Addio sogni di gloria, adeus castelos no as, addio castelli in aria, olho com surdo rancor a minha escrivaninha, guardo con sordo rancore la mia scrivania, busco afugentar, mas em vão, a monotonia. cerco scacciare, ma invano, la monotonia. Adeus sonhos de juventude, Addio sogni di gioventù, porque, porque não voltais mais? perchè, perchè non ritornate più?
Sou uma folha de outono que na tormenta Sono una foglia d'autunno che nella tormenta teme o cinza dos dias, teme o inverno. teme il grigiore dei giorni, l'inverno paventa. A mulher sincera esperei, La donna sincera aspettai, companheira dos sonhos meus, compagna dei sogni miei, mas em vão busquei, busquei, ma invano cercai, cercai, amor também tu, onde estás? amore anche tu, dove sei?
Adeus sonhos de gloria, Addio sogni di gloria, adeus castelos no as, addio castelli in aria, pego a caneta e continuo prendo la penna e continuo a contabilidade, la doppia partita, faço uma macha de tinta, faccio una macchia d'inchiostro, me tremem os dedos. mi treman le dita.
Melhor mandar calar as memórias Meglio tacer le memorie o velho coração meu. o vecchio cuor mio. Sonhos de gloria, Sogni di gloria, adeus! addio!