Yo creo en muchas cosas que no he visto, y ustedes también, lo sé
No se puede negar la existencia de algo palpado, por más etereo que sea
No hace falta exhibir una prueba de decencia de aquello que es tan verdadero
El único gesto es creer o no
Algunas veces, hasta creer llorando
Se trata de un tema incompleto, porque le falta respuesta
Respuesta que alguno de ustedes, quizás, le pueda dar
Es un tema en technicolor para hacer algo útil del amor
Para todos nosotros, amén
Oh, qué será, qué será
Que anda suspirando por las alcobas
Que se oye susurrando en versos de trova
Que anda combinándonos preguntas locas
Que anda en las cabezas, anda en las bocas
Que anda ascendiendo por hartos huecos
Que están hablando alto en la bodega
Y grita en el mercado, ¿qué cosa es esa?
Es la naturaleza, será, que será
Que no tiene certeza y nunca te da
Que no tiene concepto y nunca tendrá
Que no tiene tamaño
Oh, qué será, qué será
Que vive en las ideas de esos amantes
Que cantan los poetas más delirantes
Que juran los profetas emborrachados
Está en la romería de los mutilados
Está en la fantasía de los infelices
Está en el día a día de las meretrices
Y todos los bandidos y desvalidos
En todos sus sentidos, será qué será
Que no tiene decencia y nunca tendrá
Que no tiene censura y nunca tendrá
Y le falta sentido
Oh, qué será, qué será
Que ningún aviso podrá evitar
Que tampoco los presos puedan desafiar
Que todos los caminos tendrán que cruzar
Donde todos los signos van a consagrar
Y todos los niñitos a investigar
Y todos los destinos van a encontrar
Y el mismo Padre eterno, que nunca fue allá
Al hombre, nuevamente, lo bendecirán
Apagando, al infierno, su llama final
Porque no tiene caso volver a rodar
Por la falta de juicio
Oh, qué será
Oh, qué será
Oh, qué será
Que jura el profeta, canta el poeta
Y están gritando en la maqueta
Oh, qué será (oh, qué será)
Que me despierta por la noche
Y me hace temblar, me hace llorar
(Oh, qué será)
Son fantasmas, somos fantasmas
Siento la puerta tocar tres veces
Oh, quién será (oh, qué será)
Van suspirando por las alcobas
Y susurrando versos de trova
¡Ponte a escuchar!
(Oh, qué será)
No tiene tamaño y es naturaleza
Anda en las bocas y en las cabezas
(Oh, qué será)
Todos los niñitos lo investigarán
Y ningún aviso lo podrá evitar
(Oh, qué será)
En toda campana repicará
Y el que está dormido despertará
(Oh, qué será)
Son fantasmas, somos fantasmas
Siento la puerta tocar tres veces
Oh, qué será
Eu acredito em muitas coisas que não vi, e vocês também, eu sei
Não se pode negar a existência de algo que foi sentido, por mais etéreo que seja
Não é preciso apresentar uma prova da decência daquilo que é tão verdadeiro
O único gesto é acreditar ou não
Às vezes, até acreditar chorando
É um assunto incompleto, porque lhe falta resposta
Resposta que algum de vocês, talvez, possa dar
É uma questão intensa para transformar o amor em algo útil
Para todos nós, amém
Ah, o que será, o que será
Que anda suspirando pelos quartos
Que se ouve sussurrando em versos de trova
Que vai nos envolvendo em perguntas loucas
Que anda nas cabeças, anda nas bocas
Que anda subindo por muitos buracos
Que estão falando alto no armazém
E grita no mercado, que coisa é essa?
É a natureza, será, o que será
Que não tem certeza e nunca te dá
Que não tem conceito e nunca terá
Que não tem tamanho
Ah, o que será, o que será
Que vive nas ideias desses amantes
Que cantam os poetas mais delirantes
Que juram os profetas embriagados
Está na peregrinação dos feridos
Está na fantasia dos infelizes
Está no dia a dia das meretrizes
E de todos os bandidos e desamparados
Em todos os seus sentidos, será o que será
Que não tem decência e nunca terá
Que não tem censura e nunca terá
E lhe falta sentido
Ah, o que será, o que será
Que nenhum aviso poderá evitar
Que nem mesmo os presos podem desafiar
Que todos os caminhos terão que cruzar
Onde todos os sinais vão consagrar
E todas as crianças vão investigar
E todos os destinos vão encontrar
E o próprio Pai eterno, que nunca esteve lá
Ao homem, novamente, abençoarão
Extinguindo a última chama do inferno
Porque não faz sentido voltar a girar
Pela falta de juízo
Ah, o que será
Ah, o que será
Ah, o que será
Que jura o profeta, canta o poeta
E estão gritando nas ruas
Ah, o que será (ah, o que será)
Que me desperta durante a noite
E me faz tremer, me faz chorar
(Ah, o que será)
São fantasmas, somos fantasmas
Sinto a porta bater três vezes
Ah, quem será (ah, o que será)
Vão suspirando pelos quartos
E sussurrando versos de trova
Comece a escutar!
(Ah, o que será)
Não tem tamanho e é natureza
Anda nas bocas e nas cabeças
(Ah, o que será)
Todas as crianças vão investigar
E nenhum aviso poderá evitar
(Ah, o que será)
Em todos os sinos vai ecoar
E quem estiver dormindo vai despertar
(Ah, o que será)
São fantasmas, somos fantasmas
Sinto a porta bater três vezes
Ah, o que será
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