Quilombo espalhou suas raízes
E fez sua semente germinar
Em ricas terras mineiras
Do milho verde vem o canto pelo ar
Grupos de negros legendários
Catôpes tradicionais
Fazem do festejo do rosário
Cenários dos nossos ancestrais
É bambaquere que faz o corpo remexe
É bambabalá, que sacode pra lá e pra cá
É arruda e guiné
Espantando todo mau olhar
Em forma de quilombo na avenida
Colorado se agita no desfile principal
E vem, vem mostrar ao mundo inteiro
Que o negro brasileiro
Canta e livre faz seu carnaval
Cantando amor eu vou, porque feliz estou
É que a felicidade não tem cor.
É manhã de paz
Que abraça e faz as peles mais unidas
Que beleza
Não criou raças, deus apenas criou vidas
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