Naquela tapera velha que o tempo já distroçou
Morou Zé Dunga um pretinho valente, trabalhador
Foi o maior violeiro que Deus no mundo botou
Sua viola parecia um passarinho cantador...
Trabalhava o dia inteiro feliz sem se lastimar
Mas quando a lua formosa no céu pegava a brilhar
Toda gente arrudiava pra ver o preto cantar
Sua viola de pinho fazia as pedra chorar...
Acontece que a Carolina cabocla espiríto de cão
Bonita como a sereia, mas que mulher tentação
Pra judiar do pretinho fingiu lhe ter afeição
Querendo que nem criança brincar com seu coração...
Coração de violeiro não é como outro qualquer
É frágil que nem as pétlas de um mimoso mal-me-quer
Que cai com o vento das asas do beija-flor do Tié
Perde a vida quando abeia vem pra lhe roubar o mel...
Por isso o pobre Zé Dunga magoado pela traição
Não podendo mais guentar no peito a grande paixão
Agarrado na viola e debruçado no chão
Foi encontrado com um punhal cravado no coração...
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