(Jesus killed Hitler, Jesus killed Hitler)
(Jesus killed Hitler, Jesus killed Hitler)
Bloody smoke
Foggy smoke
Beginnings and endings
There's a heart of the world
In the bowed bony Burren
There's a trip-hole to her heart
In soaring Snæfellsness
And the crack of the world
The moist Muddy lips of her
The slit of the mother fallen
Sliced from the stars
By the slicing discus
At Kamarupa, Kamarupa, Kamarupa
From her mouth at the ends of the world
From her mouth at the ends of the times
The shapes that form the ends of the wheelings
The forces that shape the form of the breaths
That cover the clouds of the green world's last dancing's
Flicker forth like spring-heeled jackals
All laughing and bloody and wrathful
And peaceful, and shining, and pallid
And burning, and liquid, and sadness
And joy, and joy
(Mansour is smiling teethly at the stars)
(John sits on the stairs with me)
(His eyes are shining)
(Mother, come to me!)
Little lovely licking tongues of fire
Smiling and slyly emerge from the stones
The air is now very, very viscous
In the distance, Sunday children play pipes
The air is now very violent
Birds do not fill the air
Laughing does not fill the air
No bodies fill the air
But the Sun filters slowly through the air
As if it has turned to sticky sweet mud
All flowers die
Except for some few
A chain of burning bloody flowers
Follow my eyes crying tears
(Lilith is smiling at the corpse of a cow)
(And in that corpsey cow)
(The corpse of another)
(And so on and so on)
(And perhaps forever)
(If times were not folding and falling)
(Over each other)
(And so on and so on and so on)
(And certainly endless)
Mene mene tekel upharsin
We have been weighed and lost
We have been weighed and lost
(I slept, I dreamt, I dreamed a dream)
(London bright fires smiling and burning)
(Light roads road through the star-lacked night)
(Many dark suns are falling, falling down)
(London Bridge is destroyed)
(In my mind pigs and rubble gnaw)
(In the dark heights and hearts of Albion)
(Shudderings in the heart)
(Cruelty in the heart)
(And this is over)
(All over now)
(In Kamarupa)
(In Kamarupa)
My eyes my mind spinning
Spinning back and forth
Eyes in London
Mind in a hole
Oh, they come, they come
They run out
Fleeing from what
They come out running, running
Great Babylon has fallen, fallen, fallen
Jerusalem has fallen, fallen, fallen
The great, great beast
Is dead, dead, dead, dead!
Simon, Simon is dead, dead, dead, dead!
And some other bleeding children
Are smiling
They're dead in the rubble
They're dead, dead, dead, dead!
And Mercury rises
And Mercury falls
And how dead, dead, dead, dead
Dead, dead, are you?
Summertime
When the living is easy
Summertime
When the dying is easy
The world shudders on
Black tree against a bruised blue sky
The fairground is all shabby and silent
Red sky at night
Red sky at night
Danger
Christ is crying
Christ's tears leaving
His night and heart
All the many faces we have worn
All the many faces we have borne
And dead, dead, dead, dead, dead, dead
Dead, dead, dead, dead, dead are we
Though once I thought
Oh, once I read
The hidden God plays hide and seek
Whilst others still run from him
From the world's stomach
The goddies emerge
And who comes to judge us
And who comes to push us
The bloody master
Is bloody dead, dead, dead!
And who comes to strike us
And who comes to hold us
Where is his colour
Where is her cover
And what is her nature
And where does he shine from
(Broken birds move through the air
They all drink blood)
When Christ smiles, his smile is broken
Holly ivy old dead trees
Dead, dead, dead!
Holly and ivy, dead, dead, dead, dead
Dead, dead, dead, dead
Dead, dead, dead, dead!
Rainbow lovely arc, lovely light
Dead, dead, dead, dead!
Horn stag cross meets hunter
Dead, dead, dead, dead!
(Oh, Saint Eustace, ora pro nobis)
Old woman, old woman, old woman
Old and dead, dead, dead, dead!
Now no summers left
This side of boxwood
Crosses broken in my midsummer
The south is dying
The north is dying
The west is dying
The east is dying
Ah, there are four corners to the world, she said
And everyone
Is dead, dead, dead, dead
Dead, dead, dead!
Dead, dead, dead, dead, dead
Dead, dead!
Dead, dead, dead, dead, dead
Dead, dead!
And all the planets
They're dead, dead, dead, dead!
And all my heart
Is dead, dead, dead, dead
Dead, dead, dead, dead, dead, dead, dead
Dead, dead, dead, dead, dead, dead, dead!
It's all dead, dead, dead!
(Jesus matou Hitler, Jesus matou Hitler
Jesus matou Hitler, Jesus matou Hitler)
Fumaça sangrenta
Fumaça nebulosa
Começos e fins
Há um coração do mundo
No arqueado e ossudo Burren
Há um buraco no coração dela
Na crescente Snæfellsness
E a fenda do mundo
Seus lábios úmidos e enlameados
A fenda da mãe caída
Cortada das estrelas
Pelo disco fatiador
Em Kamarupa, Kamarupa, Kamarupa
Da boca dela nos confins do mundo
Da boca dela no fim dos tempos
As formas que formam as extremidades das rodas
As forças que moldam a forma da respiração
Que cobrem as nuvens das últimas danças do mundo verde
Cintilam como chacais de salto alto
Todos rindo, sangrentos e coléricos
E pacíficos, e brilhantes, e pálidos
E queimando, e líquidos, e tristeza
E alegria, e alegria
(Mansour está sorrindo para as estrelas)
(John está sentado na escada comigo)
(Seus olhos estão brilhando)
(Mãe, venha até mim!)
Pequenas e adoráveis línguas de fogo lambendo
Sorridentes e maliciosas emergem das pedras
O ar agora está muito viscoso
Ao longe, as crianças de domingo tocam flauta
O ar agora está muito violento
Os pássaros não enchem o ar
O riso não preenche o ar
Nenhum corpo preenche o ar
Mas o Sol filtra lentamente o ar
Como se tivesse virado lama doce e pegajosa
Todas as flores morrem
Exceto por algumas
Uma cadeia de flores sangrentas em chamas
Segue meus olhos chorando lágrimas
(Lilith está sorrindo para o cadáver de uma vaca)
(E naquela vaca cadavérica)
(O cadáver de outro)
(E assim por diante, e assim por diante)
(E talvez para sempre)
(Se os tempos não estivessem se dobrando e caindo)
(Uns sobre os outros)
(E assim por diante e assim por diante e assim por diante)
(E certamente intermináveis)
Mene mene tequel parsim
Fomos pesados e perdidos
Fomos pesados e perdidos
(Eu dormi, eu sonhei, eu sonhei um sonho)
(Incêndios brilhantes em Londres, sorrindo e queimando)
(Estradas leves através da noite sem estrelas)
(Muitos sóis escuros estão caindo, caindo)
(A Ponte de Londres é destruída)
(Na minha mente, porcos e escombros roem)
(As alturas escuras e os corações de Albion)
(Estremecimentos no coração)
(Crueldade no coração)
(E isso acabou)
(Tudo acabou agora)
(Em Kamarupa)
(Em Kamarupa)
Meus olhos, minha mente girando
Girando para frente e para trás
Olhos em Londres
Mente em um buraco
Oh eles vem, eles vem
Eles se esgotam
Fugindo do que?
Eles saem correndo, correndo
A Grande Babilônia caiu, caiu, caiu
Jerusalém caiu, caiu, caiu
A grande, grande besta
Está morta, morta, morta, morta!
Simão, Simão está morto, morto, morto, morto!
E algumas outras crianças sangrando
Estão sorrindo
Elas estão mortas nos escombros
Elas estão mortas, mortas, mortas, mortas!
E Mercúrio sobe
E Mercúrio cai
E quão morto, morto, morto, morto
Morto, morto você está?
Verão
Quando a vida é fácil
Verão
Quando a morte é fácil
O mundo estremece
Árvore negra contra um céu azul machucado
O recinto da feira está todo maltrapilho e silencioso
Céu vermelho à noite
Céu vermelho à noite
Perigo
Cristo está chorando
As lágrimas de Cristo deixando
Sua noite e coração
Todos os muitos rostos que usamos
Todas as muitas faces que carregamos
E mortos, mortos, mortos, mortos, mortos, mortos
Mortos, mortos, mortos, mortos, mortos estamos nós
Embora uma vez eu pensei
Ah, uma vez que eu li
O Deus oculto brinca de esconde-esconde
Enquanto outros ainda fogem dele
Do estômago do mundo
Os deuses emergem
E quem vem nos julgar
E quem vem nos empurrar
O maldito mestre
Está morto, morto, morto!
E quem vem nos atacar
E quem vem nos abraçar
Onde está a cor dele?
Onde está a cobertura dela?
E qual é a natureza dela
E de onde ele brilha?
(Pássaros quebrados se movem pelo ar -
Todos eles bebem sangue)
Quando Cristo sorri, seu sorriso está quebrado
Hera de azevinho, velhas árvores mortas
Mortas, mortas, mortas!
Hera e azevinho, mortas, mortas, mortas, mortas
Mortas, mortas, mortas, mortas
Mortas, mortas, mortas, mortas!
Lindo arco arco-íris, linda luz
Mortos, mortos, mortos, mortos!
Cruz de veado de chifre encontra caçador
Mortos, mortos, mortos, mortos!
(Oh, Santo Eustáquio, rogai por nós)
Velha, velha, velha
Velha e morta, morta, morta, morta!
Agora não há mais verões
Deste lado do buxo
Cruzes quebradas no meu verão
O sul está morrendo
O norte está morrendo
O oeste está morrendo
O leste está morrendo
"Ah, o mundo tem quatro cantos" , ela disse
E todo mundo
Está morto, morto, morto, morto
Morto, morto, morto!
Morto, morto, morto, morto, morto
Morto, morto!
Morto, morto, morto, morto, morto
Morto, morto!
E todos os planetas
Eles estão mortos, mortos, mortos, mortos!
E todo o meu coração
Está morto, morto, morto, morto
Morto, morto, morto, morto, morto, morto, morto
Morto, morto, morto, morto, morto, morto, morto!
Tudo está morto, morto, morto!
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