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The Man From The Oldest Building

Ed Motta

O homem da mais antiga construção

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If I could love
The music in the air
If I could go
Just dancing everywhere
If I was the one
Who fights to live
With never care

And in green parks
I'd run until I'm light
And in pictures
I'd be the best upright
And in every street
Someone was there
To hold me tight

But I never go
(I don't even try to)
Where the others go
(I don't even cry for)
And the taste I find
No one else will find

No one is there
When I climb the stairs
And no one ever
Is watching my movies
The movies I live in
No one on the sidewalk
The side that I step on
Nobody will order
My sweet pies
And so
For this helluva drink
I'm alone
With me, me

And I go home
To meet my newest chair
And I whistle
Like something's in the air
Then the elevator doors unfold
And there was you

All around you
Is smelling something new
All about you
Is shining into view
When I turned the lights
And shut the door
Then there was you

See my furniture
(Try my dusty pillows)
See my window view
(That's a bat who dances)
These are my old stamps
I collect these things

But I forgot
To introduce myself
I'm just the guy
From the oldest of buildings
The emptiest party
The strangest of clothing
The top of the listings
Of no matches ever
But still burning deep
To be tempted to learn so
Oh, please won't you sit

Se eu pudesse amar
A música no ar
Se eu pudesse ir
Somente dançando em todo lugar
Se eu fosse um
Que luta para viver
Sem se importar

E em parques verdes
Eu correria até iluminar
E em quadros
Eu seria a melhor pintura
E em toda rua
Teria alguém
Para me abraçar forte

Mas eu nunca vou
(Eu nem mesmo tento)
Onde os outros vão
(Eu nem mesmo choro por)
E o gosto que eu encontro
Ninguém mais irá encontrar

Ninguém está lá
Quando eu subo as escadas
E ninguém mesmo está assistindo aos meus filmes
O filme em que vivo
Ninguém na calçada
O lado que eu piso
Ninguém vai pisar
Minhas doces tortas
E então
Para esse drink helluva
Eu estou só
Comigo, comigo

E eu vou pra casa
Para encontrar minha nova cadeira
E eu assobio
Como se algo estivesse no ar
Logo a porta do elevador abre
E lá estava você

Tudo ao seu redor
Cheira como algo novo
Tudo sobre você
Está brilhando dentro de uma visão
Quando eu acendi a luz
E fechei a porta
Lá estava você

Veja minha mobília
(Experimente meus travesseiros empoeirados)
Veja a visão pela janela
(Que tem um morcego que dança)
Essas são meus velhos selos
E eu coleciono essas coisas

Mas eu esqueci
De me apresentar
Eu só sou o homem
Da mais antiga construção
Da festa mais vazia
O mais estranho das roupas
O topo das listagens
Que nunca se iguala
Mas ainda queimando profundamente
Para estar apto a aprender
Oh, por favor, não que sentar-se?

Composição de Cláudio Botelho/Ed Motta
Colaboração e revisão:
  • Rafael Moreira
  • Weienell

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