[Primeira Parte]Am F Nada nasce, cresce ou respira sem amorAm F Sol e chuva sobre o campo tudo é favorC C4 C Oh, meu pai! Oh, meu pai!Am F Mesmo sem sentido o que se move sobre o chãoAm F Tudo é conhecido e do inteiro é fraçãoC C4 C Oh, meu pai! Oh, meu pai! [Refrão]Am F Dm E cada lágrima que brota e enche os olhosAm G É poesia e silêncioAm F Dm E cada corpo que no pó da terra desceAm G F7M/C É poesia e silêncio [Segunda Parte]Am F Todo pranto é sagrado ainda que sem razãoAm F Cada sangue que da terra clama é cançãoC C4 C Oh, meu pai! Oh, meu pai! [Refrão]Am F Dm E cada lágrima que brota e enche os olhosAm G É poesia e silêncioAm F Dm E cada corpo que no pó da terra desceAm G F7M/C É poesia e silêncio [Ponte] Homens e mulheres pobres, filhos, mães solteirasF7M/C Em Gays e órfãos, governantes torpes Loucos, missionáriosAm Em F7M/C Peregrinos e refugiados, corpos são violentadosEm Pequeninos afogados no mediterrâneoAm Em A natureza arde em chamas, nada nos constrangeF7M/C O trabalho escravo imperaEm Nos calamos ante a fomeAm Em Pontes de concreto clamam pelo miserávelF7M/C Injustiça esmaga. Me perdoeEm Já não sei se a graça bastaAm Em Erga-te do trono agora, a criação sufocaF7M/C O opressor prospera e nem arte Nos aponta a resposta [Refrão Final]Am F Dm Se cada lágrima que brota e enche os olhosAm G É poesia e silêncioAm F Dm Se cada corpo que no pó da terra desceAm G F7M/C É poesia e silêncioC F7M/C C F7M/C Oh, meu pai! Oh, meu pai!
Poesia e Silêncio
Felipe Valente
- Am
- C
- C4
- Dm
- Em
- F
- F7M/C
- G
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