No areial
Na vastidão
Terra fincada
Chuva tem não
Pele rachada
Moça é mais não
Olhos de terra
Do sol a feição
Tinha vida do aboio
Chamado era em vão
O que lhe restava
Era só chão
Dona da lida
Calos na mão
Imaculada
Tristeza quis não
Viola chorando
Preces e cortejos
Partiu sua mãe
Ela lembra o cheiro
(Saudade do cheiro)
De lenha queimando
Fogo sertanejo
Casa pau a pique
Aveloz no cerco
Foi-se em noite de novenas
Madrugada de cantigas
Alentaram o peito dela
Sozinha estava na vida
Se passaram tantos anos
Desse dia maculado
Hoje já mulher crescida
Vive longe do arado
Peregrina imaculada
Deixou longe o céu ardente
Foi em busca de um passado
Não vivido, e no presente
Sente falta das raízes
Sonha, em ver céu estrelado
Não fosse duro o destino
Pro sertão tinha voltado
Tateei o mar
Brasa encontrei
Lá nessa ribeira
Pouca água tem
Clama à são francisco
O rio abençoar
Sonho dessa gente
Seca virar mar
(Sertão virar mar)
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