Na batida da hora grande
Quando o galo canta
O sino da capela brande
As almas se levantam
Diante da catacumba aberta
Toda verdade encoberta
É revelada, as contas acerta
E o elo rompido se conserta
É hora, é hora
É hora de encarar o segredo
É hora, é hora
É tempo de atravessar sem medo
É hora, é hora
É hora de tratar o que está doendo
É hora, é hora
É tempo de refazer o remendo
Povo da rua, a zelar pelo mistério continua
Descalços sobre a terra nua
A quem pede, a dor se atenua
Fortalece a todos que a vida extenua
Tantas vezes, chamados de Satanás
Por quem não é capaz
De entender que a liberdade
Não se curva à moralidade
É hora, é hora
É hora de encarar o segredo
É hora, é hora
É tempo de atravessar sem medo
É hora, é hora
É hora de tratar o que está doendo
É hora, é hora
É tempo de refazer o remendo
O fogo é energia do movimento
Vento do sacudimento
Marafo para o feitiço aquecer
Toda demanda desvanecer
Sua gargalhada é lembrete
Que a alegria é arma, não enfeite
Das densas sombras nasce a luz
O que te assombra, te conduz
É hora, é hora
É hora de encarar o segredo
É hora, é hora
É tempo de atravessar sem medo
É hora, é hora
É hora de tratar o que está doendo
É hora, é hora
É tempo de refazer o remendo
É hora, é hora
Ê Dona Mulambo, é hora
É hora, é hora
É Hora Seu Tranca Rua, é hora
É hora, é hora
É hora Dona Figueira, é hora
É hora, é hora
Seu Tiriri, é hora
É hora, é hora
Dona Padilha, é hora
É hora, é hora
É hora, Seu Marabo, é hora
É hora, é hora
Laroyê, povo da rua, é hora
É hora, é hora
Saravá a sua banda, é hora
Salve essa força que nos guia
Salve cada Exu e toda Maria
Mô júbà, nos livra dos maldizentes e das mentiras
Laroyê, sempre à nossa frente
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