Na conga do "LUSO-AFRICAnaMente",
Presente no pulsar maculelê,
Sambando, eu também Banto, novamente.
No tempo da pisada massapê.
Transpira o coração pão de abadê,
Pipoca que matriz de continente
Rebenta do calor (deserto quente)
Nas vistas do puríssimo guelê.
Contrário do pombeiro traficante,
Pensamos leguelé peça diamante.
Ao som dos atabaques e agogôs.
Nos ventos que sopravam os tumbeiros,
Nos mares indo-afro-brasileiros,
Pegadas yorubá-jeje-nagôs.
Eu, também banto! Eu, também banto Pai-Mãe!
Graças a Deus, graças aos Santos. Pai-Mãe!
Na moita do esquecimento (Pai-Mãe)
Eu recordei descobrimento.
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