E - A - B7 / Cdim - C#m7E - A - B7 - EA E É de vereda, parceiro, que o golpe firma na trançaA E Se o braço busca a distância, no estender da canhadaA E Uma terneira abichada, que achata a cola por contaA E Ritual gaúcho na estampa desta querência sagradaF#m B7 É de vereda, parceiro, com a bota sempre estrivadaF#m B7 Que aparto um boi na invernada pra garantir o sustentoA E Chapéu tapeado com o vento, num barbicacho apertadoF#m B7 E E7 E um peleguito virado, nesse fundão mormacentoRefrão:A E | Salta calando, parceiro, salta calando |F#m B7 | Faz um bichinho e afirma a perna no más |REPETEA E | Soca as esporas e afrouxa a boca do pingo |F#m B7 E E7* | Que a zebuada sobra pata por demás | *: somente na primeira vezC#m7 - B7 - A - G#7C#m7 - B7 - A / B7 - EA E E de vereda, parceiro, vamos rangindo a caronaA E Num resmungar das choronas, nalguma folga domingueiraA E E a sina, por balconera, faz esbarrar na cancelaA E Pra tirar a poeira da goela num bolicho de fronteiraF#m B7 É de vereda, parceiro, que a noite vem espiandoF#m B7 Junto aos buracos do rancho de uma peleia passadaA E E o vício ronda a indiada, num destorcido com canhaF#m B7 E E7 Piscando um olho na sanha e metendo sorte clavada RefrãoF#m - B7 - E / B7 - E
De Saltar Calando
Marcelo Oliveira
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