Llueve

Melendi

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Hoje me levantei Hoy me he levantado E a dor apertou meus dentes Y el dolor me ha apretado los dientes Senti o cheiro de café no corredor, mas de repente Por el pasillo me olía a café pero de repente Eu percebi que você não está He caído en la cuenta de que no estás tú Voltei para a cama e apaguei a luz. Me volví a la cama y apagué la luz Começou pedindo tempo E o tempo que queria era quase exterior Sei que isso é a lei da vida Mas é melhor uma vida sem lei Chove, chove, E como sempre, não agrada a todos. Chove, chove, Enquanto nos molhamos como tolos Chove, chove E em uma simples poça d'água, às vezes, nos afogamos Hoje eu acordei sem você novamente Eu posso me acostumar, o mais difícil de suportar é o cheiro Que deixou na minha alma, você era a mais bela flor em um jardim Cheio de ervas daninhas e urtigas sem fim. Começou pedindo tempo E o tempo que queria era quase exterior Sei que isso é a lei da vida Mas é melhor uma vida sem lei Chove, chove E como sempre, não agrada a todos Chove, chove Enquanto nos molhamos como tolos Chove, chove E em uma simples poça d'água, às vezes, nos afogamos. Se sou carinhoso, diz que te sufoco. Se me afasto um pouco, diz que não te dou atenção Se te dou um presente, diz que te compro E se não dou, devo ter outro alguém Se olho uma menina, fica emburrada E se não me diz, deixa de fingir O caso é que nunca se importou Sempre Chove, chove E como sempre, não agrada a todos Chove, chove Enquanto nos molhamos como tontos Chove, chove E em simples poças d'água, às vezes, nos afogamos

Empezó pidiendo tiempo Y el espacio que quería era casi exterior Ya sé que esto es ley de vida Pero más bien es vida sin ley

Llueve, llueve Y como siempre no a gusto de todos Llueve, llueve Y mientras nos mojamos como tontos Llueve, llueve Y en un simple charco a veces nos ahogamos

Hoy me he vuelto a despertar sin ti Puedo acostumbrarme, lo que peor llevo es el olor Que en mi alma dejaste, eras la flor más bonita de un jardín Lleno de maleza y ortigas sin fin

Empezó pidiendo tiempo Y el espacio que quería era casi exterior Ya sé que esto es ley de vida Pero más bien es vida sin ley

Llueve, llueve Y como siempre no a gusto de todos Llueve, llueve Y mientras nos mojamos como tontos Llueve, llueve Y en un simple charco a veces nos ahogamos

Si soy cariñoso dices que te agobio Si me alejo un poco, que paso de ti Si te hago un regalo, dices que te compro Y si no lo hago, tengo algo por ahí

Si miro a una chica, te pones de morros Y si no, me dices: deja de fingir El caso, aunque nunca sea a gusto de todos Siempre

Llueve, llueve Y como siempre no a gusto de todos Llueve, llueve Y mientras nos mojamos como tontos Llueve, llueve Y en un simple charco a veces nos ahogamos

Informações da música

Composição: Ramon Melendi

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