• A
  • A4
  • A7M
  • Bm
  • Bm7
  • D
  • E
  • Em
  • Em7
  • G
  • G7M
Tom:
[Intro] D A Bm7 G D A
A4 Bm7 G
D Não haverá mar
A Bm O velho mar que separa
Bm7 D A4 G Que engole sonhos em sua fúria fria salgada
D Que devora corpos e esconde naufrágios na alma
D Já não existirá
D Seu rugir será silêncio
A Bm Sua imensidão uma página em branco
G Onde antes havia abismo agora há a praça de ouro
D E a cidade desce
A Não sobe o homem em sua torre
Bm7 A4 Mas Deus desce em sua tenda em sua humilde glória
G A Vede O tabernáculo de Deus com os homens
Bm7 Bm Bm7 A Não mais um véu rasgado não mais um altar distante
D A Mas o Verbo que habita enfim sem véu sem templo
Bm7 G Pois Ele mesmo é a tenda e nós o seu descanso
Em7 E lhes enxugará dos olhos toda lágrima
G Bm7 Que mão é essa que enxuga sem ferir
A Que toca a ferida e a transforma em memória
Em7 Em Em7 G Não será o esquecimento mas a cura plena
Bm7 A lágrima que um dia foi de ausência e pó
A G Agora é orvalho na face do Eterno e brilha
D A morte já não existe
A Último inimigo
Bm7 G D O espinho cravado na carne do tempo
D Foi desarmado não pela força bruta
A Mas pela presença que preenche todo vácuo
Bm7 G Onde a morte habitava agora habita o encontro
E Onde havia o fim a porta está sempre aberta
D Nem luto nem pranto nem dor
A7M A As primeiras coisas passaram
Bm7 Passou o grito abafado no cárcere
G Passou a espera na sala de hospital
D Passou a despedida na beira do cais
A O que era rascunho agora é poema completo
Bm7 G O que era semente agora é árvore frondosa
D A As pedras preciosas não são meras pedras
Bm7 G São os olhos dos mártires que brilham nos muros
D São as lágrimas dos profetas cristalizadas em graça
G O ouro das ruas não é o ouro que cobiçamos
Bm7 A4 É a transparência de uma alma que aprendeu a amar
D Bm Pisada pelos pés santos dos que um dia foram pó
D A E não há sol porque o Cordeiro é a lâmpada
Bm7 G Não há luar porque a sua face é a luz
D A filosofia finda onde a visão começa
A Não se pergunta mais onde está Deus
Bm7 Pois Ele é o ar que se respira o chão que se pisa
D G7M Bm G A melodia que flui no silêncio das praças
G Olhai Eis que faço novas todas as coisas
G Não um novo começo que apaga o passado
G Mas um novo céu que abraça a velha terra
D Uma nova terra que floresce da antiga espera
A A4 E o que era promessa agora é testemunho
Bm7 G D A4 Eis que faço novas todas as coisas
Bm7 G D A A4 Bm7 G Escreve porque estas palavras são fiéis e verdadeiras
Informações da música

Composição: Lucas Antonio Dantas Ferreira Junior

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