Sentado quieto observando a porta
Que a vida toda eu antevi aberta
E o riso fácil que o futuro oferta
Dinamitando essa existência torta
Sê, minha aorta, razão ‘inda que incerta
Que esperta adaga arranha, mas não corta
Abra a porta, encare o mundo, permaneça alerta
Mais valeria ter mente desperta
A quem o sonho indesejado aborta
Posto que nasça natureza morta
Quiçá pintura onde há tela deserta
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