Sêde de amar
Sêde de amor
Sêde de amor
Sêde de amar (bis)
No colo de uma loirinha um dia me senti um rei
Foi nos braços de uma galega que eu me apaixonei
Era de dia era de noite desarmava a minha rede
Tirava o meu sossego e matava a minha sede
Sêde de amar
Sêde de amor
Sêde de amor
Sêde de amar (bis)
Era no canto da parede
No batente do alpendre
Num colchaozinho de mola
Um sistema diferente
Lá no fundo do quintal
Na beirinha do riacho
Ela sonhando em cima e eu desejando embaixo
E o tempo foi passando derrepente
A gente tava na beirinha já partindo da nascente
Namoramos bem no fundo e amor profundo está
Na correnteza do rio matando a sede sem parar
Sêde de amar
Sêde de amor
Sêde de amor
Sêde de amar (bis)
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