De que serve viver tantos anos sem amor
Se viver é juntar desenganos de amor
Se eu morresse amanhã de manhã
Não faria falta a ninguém
Eu seria um enterro qualquer
Sem saudade, sem luto também
Ninguém telefona, ninguém
Ninguém me procura, ninguém
Eu grito e um eco responde: Ninguém!
(Ninguém, ninguém, ninguém!)
Se eu morresse amanhã de manhã
Minha falta ninguém sentiria
Do que eu fiz, do que eu fui
Ninguém se lembraria
(De que serve viver tantos anos sem amor)
(Se viver é juntar desenganos de amor)
Se eu morresse amanhã de manhã
Não faria falta a ninguém
(Eu seria um enterro qualquer
Sem saudade, sem luto também)
Ninguém telefona, ninguém
Ninguém me procura, ninguém
Eu grito e um eco responde: Ninguém!
(Ninguém, ninguém, ninguém)
Se eu morresse amanhã de manhã
Minha falta ninguém sentiria
Do que eu fiz, do que eu fui
Ninguém se lembraria
(Se eu morresse amanhã de manhã)
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