Timbre de Galo

Os Serranos

  • C
  • F
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Tom:
[Intro] F C F
C F C
F C F
C F Rio Grande, berro de touro quatro patas de cavalo
C F Quem não viveu esse tempo vive esse tempo ao cantá-lo
C F Eu canto porque me agrada neste meu timbre de galo
C F É verdade que alguns dizem que os tempos hoje são outros
C F Que o campo é quase a cidade e os chiripás estão rotos
C F Que as esporas silenciaram na carne morta dos potros
C F Cada um diz o que pensa isso aprendi de infância
C F Mas nunca esqueça o herege que as cidades de importância
C F Se ergueram nos alicerces dos cortins e das estâncias
C F Não esqueça de outra parte para honrar a descendência
C F De tudo aquilo que muda, muda só na aparências
C F E até num bronze de praça vive a raiz da querência
C F Eu nasci no tempo errado ou andei muito depressa
C F Dei "oh de casa" em tapera, fiquei devendo promessa
C F Mas se eu pudesse eu voltava pra onde o Rio Grande começa
C F E se me chamam de grosso nem me bate a passarinha
C F Argila do mundo novo não tenha mescla da minha
C F Sovado a casco de touro com águas de carquejinha
C F Rio Grande, berro de touro quatro patas de cavalo
C F Quem não viveu esse tempo vive esse tempo ao cantá-lo
C F Eu canto porque me agrada neste meu timbre de galo
  • C
  • F
Informações da música

Composição: Silva Rillo e Pedro Ortaca

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