D9/B São três horas da manhã, madrugada insone Noites tristes sem explicação, sentimentos vãos, cavalos sem nome... Você estendeu a mão quando mais precisei No teu colo dormi e sonhei, me pediu pra ficar, não vi Sem querer pensar, nem lembrar Sorriso sem graça, nem sentido Sinto muito, vou indo...G D G Meu cobertor há de sentir a falta, do seu colo fiz meu travesseiroG Sem sombra nem sorriso pela casa, noite fria me vence sem seus beijosD Seu gosto ainda mora em mimA G D Agora me lembrei que toda paixão é como um cavalo selvagem E sorrindo me toquei, o amor é um lago calmo com patinhos enfileirados pedindo passagemD9/B Noite longa que maltrata e a penitencia de ficar à mercê Joguei fora as cartas, numa foto desbotada, você Mergulhando fundo e sem medo nesse amar Com um sorriso lindo me convidou pra entrar Fiquei na porta, não passei Observando em volta a inocência que jaz morta E agora estou aqui sem...G D G Meu coração há de sentir a falta, do seu colo fiz meu travesseiroG Sem sombra nem sorriso pela casa, noite fria, me perco sem seu cheiroD Que não sai de mimA G D Agora me lembrei que toda paixão é como um cavalo selvagem E sorrindo me toquei, o amor é um lago calmo com patinhos enfileirados pedindo passagem
Cavalos Sem Nome
Radiatta
- A
- D
- D9/B
- G
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Tom:
Composição: Carlos Magno dos Santos Júnior e Bruno Uzêda de Faria
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