G C D A pena antes tão firme, quedou-se, na folha brancaG Em A mão que lhe sustentava estava agora tão friaAm D Final de vida com jeito de romance inacabadoG Um solo de clarineta tomando a noite vaziaC D Se calam tantos fantoches quando o vento é rebeldiaG Em O tempo mostrando as garras vem ceifar outra existênciaAm D A alma do escritor verte amor, se faz poesiaG E a cruz que lhe acompanha é a cruz da sua Querência( G Am Bm C )D C Uma música ao longe ecoou na imensidãoD B7 Em Talvez seja essa passagem, mais um livro a começarBm C A vida pode ser poeira a escorrer por entre as mãosBm Am D C Mas a alma nessa hora é raiz de cambaráBm Am D G Mas a alma nessa hora é raiz de cambaráG C D O rumo da liberdade não tem caminhos cruzadosG Em Os lírios não se desbotam quando a terra é sentimentoAm D Mais um contador de história seguindo pra eternidadeG Deixando suas pegadas pelo tempo e pelo ventoC D Então em vez da trombeta, tocou, o Sétimo Anjo,G Em Um solo de clarineta no seu tom de despedidaAm D A voz de Deus sussurrando, aos poucos, foi lhe mostrandoG Que os sonhos que plantamos são maiores que essa vida
A Hora do Sétimo Anjo
Silvio Costa
- Am
- B7
- Bm
- C
- D
- Em
- G
Tom: