As nuvens escuras e o vento é cruel, Dunkel die Wolken und grausam der Wind, por tantas vezes seit so vielen Zeiten gritando 'Eu as larguras, durchschreit' ich die Weiten, Eu sou a criança solitária. denn ich bin der Einsamkeit Kind. Puxe os mortos após os corvos, Ziehen die Raben den Toten auch nach, so 'mas eu acho, so werd' ich doch suchen, maldição do sol ... die Sonne verfluchen... a minha sepultura, querida alma, encontra-se ociosa mein Grab, liebe Seel', es liegt brach. Tremendo as mãos, frio e pálido como cera, Fröstelnde Hände, eiskalt und wachsbleich, os dedos como garras, die Finger wie Krallen, como tremores e queda ... wie Zittern und Fallen... Untotenreich em um eco. ein Echo ins Untotenreich. Meu caro, diga onde você está indo? Mein Liebster, sag', wo bist Du hin ? Meu coração, ele me negou, dia após dia Mein Herz, es verweigert mir Tag für Tag o gracioso golpe, redenção final. den gnädig erlösenden, letzten Schlag. Oh, os caminhantes, responda apenas a questão ': Oh, Wanderer, antworte nur dieser Frag': Diga-me, onde ele foi? Sag', wo ist er hin ? Diga-me, onde está o sentido ... Sag', wo liegt der Sinn... da carga cruel do contrato de eu aqui? " in der grausamen Bürde die ich hier trag' ?