Bailongo do mato grande

Tchê Barbaridade

  • A
  • Am
  • Bm
  • C
  • C#m
    4
  • D
  • Dm
  • E7
  • F
  • G
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Tom:
[Intro] Am E7 Am E7 Dm C E7 Am
Am E7 Um par se vem, outro que vai, outro que fica
Am E a gaita louca, se desmancha no salseiro
F E7 Salta faísca, com fumaça de candeeiro
E7 Dm C E7 Am E reverbera no cabelo da marica
F E7 A gaita velha muitas vezes é culpada
Am Do diz-que-diz-que nos bochinchos e segredos
F E7 Mas o gaiteiro, faz de conta e não diz nada
E7 Dm C E7 Am Porque ele sabe que os culpados são os dedos
G C (Em cada china cada olhar é uma aripuca
G C Promessa linda que tonteia quando chama
Bm E7 Am Na vaneirita que se adoça e se derrama
E7 Dm C E7 Am Um céu de estrelas nas pupilas da maruca)
[Solo] G C G C
Bm E7 Am E7
Dm C E7 Am
Am F E7 Um galo canta, um cusco acoa, um touro berra
Am E na penumbra, parceria se abaguala
F E7 O chinaredo farejou cheiro de terra
E7 Dm C E7 Am E há uma neblina galopeando pela sala
G C E a gaita xucra se aveluda se alonjura
G C Depois se amansa num soluço de ansiedade
Bm E7 Am E anda nos ares gaguejando uma saudade
E7 Dm C E7 Am Não há quem saiba de onde vem tanta ternura
G C Em cada china cada olhar é uma aripuca
G C Promessa linda que tonteia quando chama
Bm E7 Am Na vaneirita que se adoça e se derrama
E7 Dm C E7 Am Um céu de estrelas nas pupilas da maruca
G C E a gaita xucra se aveluda se alonjura
G C Depois se amansa num soluço de ansiedade
Bm E7 Am E anda nos ares gaguejando uma saudade
E7 Dm C E7 Am Não há quem saiba de onde vem tanta ternura
E7 Dm C E7 Am Não há quem saiba de onde vem tanta ternura
E7 D C#m Bm A Não há quem saiba de onde vem tanta ternura
[Final] D E7 A
Informações da música

Composição: Lucio Yanel e Jaime Caetano Braum

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