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Akujiki Musume Cochita

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Conchita, a Jovem Glutona

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fushuu tadayou haitoku no yakata
kyoo mo hajimaru saigo no bansan
minoke mo yodatsu ryoori no kazu kazu
hitori kui asaru onna no egao

kanojo no namae wa banika "Conchita"
katsute kono yo no bishoku wo kiwame ta
sono hate ni kanojo ga motome ta nowa
kyuu kyoku ni shite shikoo no aku jiki

uyamai tatae yo
warera ga idai na "Conchita"
kono sekai no shoku motsu wa
subete ga anata no tame ni aru

kurai tsuku se kono yo no subete
ibukuro niwa mada mada aki ga aru
ao jiro ku kagaya ku moo doku
"Main dish" no "Spice" ni sai teki

hone no zui made shabu ri tsuku se
tari na kereba sara nimo kaburi tsuke
shita saki wo kake megu ru shifuku
ban san wa mada mada owara nai

kotoshi ni haitte jyuu gonin me no
okakae kokku ga koo itte kita
soro soro ohima wo morae masen ka?
mattaku tsukae nu yatsura bakari ne

uyamai tatae yo
warera ga idai na "Conchita"
uragiri mono niwa
mukui wo uke te itadaki mashoo

kurai tsuku se kono yo no subete
kuoo no "Menu" wa toku betsu sei nano
ao jiroku kagayaku moohatsu
"Hors-d'oeuvre" no "Salad" ni choodo ii

hone no zui made shabu ri tsuku se
tari na kereba okawari sureba ii
chotto soko no meshi tsukai san
anata wa donna aji ga suru kashira?

itsu shika yakata wa monuke no kara ni
nan nimo nai shi dare mo moo i nai
sore demo kanojo wa motome tsuzuke ta
kyuu kyoku ni shite shikoo no aku jiki

kurai tsuku se kono yo no subete
kanojo wa mizu kara no migite wo mi te
soshite shizuka ni hohoen da

mada taberu mono aru ja nai

"Conchita" no saigo no aku jiki
shoku zai wa soo kanojo jishin
shoku wo kiwame ta sono karada no
aji wo shiri mono wa sude ni inai

Em uma mansão devassa, com um cheiro podre entranhado no ar,
O último jantar irá começar mais uma vez.
Há inúmeros pratos horríveis,
E uma só mulher os devora com um sorriso

O nome dela é Banica Conchita,
E no passado ela comia o melhor da gastronômia.
Porém, o que ela realmente procurava era
O prato mais definitivamente repulsivo que já existiu.

Honre e louve
A nossa grandiosa Conchita!
Todas as comidas desse mundo,
Exitem apenas para a sua degustação!

Devore tudo que há nesse mundo!
Ainda há lugares nesse estômago.
O veneno mortal a cintilar com um pálido brilho azul
É o condimento perfeito para o prato principal.

Sugue e mastigue até o tutano dos ossos!
Se ainda tem fome, pode morder até os pratos.
Com esse êxtase trotando na ponta da língua,
O jantar deve continuar!

Esse era o décimo quinto cozinheiro do ano,
E ele veio pessoalmente me perguntar:
"Será que eu poderia tirar uma folga?"
Caramba, esses servos são simplesmente uns inúteis.

Honre e louve
A nossa grandiosa Conchita!
Os que a traem devem
Receber o castigo apropriado.

Devore tudo que há nesse mundo!
O menu de hoje foi preparado de modo especial;
O cabelo a cintilar com um pálido brilho azul
É perfeito para acompanhar minha salada aperitiva.

Sugue e mastigue até o tutano dos ossos!
Se ainda tem fome, pode "repetir".
Você aí, meu caro servozinho,
Já imaginou qual é o seu gosto?

Num piscar de olhos, a mansão ficou vazia.
Não havia mais ninguém ali dentro.
Mesmo assim, ela continuava a procurar
O prato mais definitivamente repulsivo que já existiu.

Devore tudo que há nesse mundo!
Ela olhou para sua mão direita
E sorriu serenamente:

"Ora, tem uma coisa que eu ainda não comi!"

O último e repulsivo prato de Conchita;
A comida era... ela mesma.
O corpo daquela que provou o gosto de tudo
Jamais terá seu gosto descoberto.

Composição: Meiko Colaboração e revisão:
  • Anya Mushroom
  • Júlia Fujii

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