Estas porteiras que se abriram no meu peito
Deram guarida pra saudade que chegou
E os meus olhos só enxergaram na distância
Doces lembranças de um lugar que me encantou
São mil caminhos que me trazem e me levam
Que me conduzem pela mão a um só lugar
Subir a serra, para mim, é novamente
Ir na vertente minha sede saciar
Terra querida onde a Santa Catarina
Derrama bênçãos sobre a brancura da neve
Se vou embora, peço a Deus onipotente
Que, novamente, minha ausência seja breve
Terra querida onde a Santa Catarina
Derrama bênçãos sobre a brancura da neve
Se vou embora, peço a Deus onipotente
Que, novamente, minha ausência seja breve
Há uma harmonia ecoando em minha alma
Nos pinheirais, as curucacas à cantar
Vou refrescando as lembranças nas cascatas
E, pelas matas, o meu rastro vou deixar
Quanta ansiedade de rever os meus amigos
Que são abrigos pra saudade que há me mim
Sentir nos campos o aroma das maçãs
Pelas manhãs perfumando São Joaquim
Terra querida onde a Santa Catarina
Derrama bênçãos sobre a brancura da neve
Se vou embora, peço a Deus onipotente
Que, novamente, minha ausência seja breve
Terra querida onde a Santa Catarina
Derrama bênçãos sobre a brancura da neve
Se vou embora, peço a Deus onipotente
Que, novamente, minha ausência seja breve
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