La mula del parenzo (lerì-lerà)
L'ha messo su bottega (lerì-lerà)
De tutto la vendeva
De tutto la vendeva.
La mula del parenzo (lerì-lerà)
L'ha messo su bottega (lerì-lerà)
De tutto la vendeva
Fora ch'el baccalà.
Perché non m'ami più?
La me morosa vecia (lerì-lerà)
La tegno de riserva (lerì-lerà)
E quando spunta l'erba
E quando spunta l'erba.
La me morosa vecia (lerì-lerà)
La tegno de riserva (lerì-lerà)
E quando spunta l'erba
La mando a pascolar.
Perché non m'ami più?
La mando a pascolare (lerì-lerà)
Nel mese di settembre (lerì-lerà)
E quando vien novembre
E quando vien novembre.
La mando a pascolare (lerì-lerà)
Nel mese di settembre (lerì-lerà)
E quando vien novembre
La vado a ritirar.
Perché non m'ami più?
La mando a pascolare (lerì-lerà)
Insieme alle caprette (lerì-lerà)
L'amor con le servette
L'amor con le servette.
La mando a pascolare (lerì-lerà)
Insieme alle caprette (lerì-lerà)
L'amor con le servette
Non lo farò mai più.
Perché non m'ami più?
Se il mare fosse pocia (lerì-lerà)
E i monti de polenta (lerì-lerà)
O mamma che pociade
O mamma che pociade.
Se il mare fosse pocia (lerì-lerà)
E i monti de polenta (lerì-lerà)
O mamma che pociade
"polenta e baccalà".
Perché non m'ami più?
A garota do parenzo (lerì-lerà)
Abriu uma loja (lerì-lerà)
De tudo ela vendia
De tudo ela vendia.
A garota do parenzo (lerì-lerà)
Abriu uma loja (lerì-lerà)
De tudo ela vendia
Menos que o bacalhau.
Porque não me amas mais?
A minha namorada velha (lerì-lerà)
A mantenho de reserva (lerì-lerà)
E quando nasce a erva
E quando nasce a erva.
A minha namorada velha (lerì-lerà)
A mantenho de reserva (lerì-lerà)
E quando nasce a erva
A mando a pastar.
Porque não me amas mais?
A mando a pastar (lerì-lerà)
No mês de setembro (lerì-lerà)
E quando vem novembro
E quando vem novembro.
A mando a pastar (lerì-lerà)
No mês de setembro (lerì-lerà)
E quando vem novembro
Vou a pegá-la.
Porque não me amas mais?
A mando a pastar (lerì-lerà)
Junto com as cabritas (lerì-lerà)
O amor com as criadas
O amor com as criadas.
A mando a pastar (lerì-lerà)
Junto com as cabritas (lerì-lerà)
O amor com as criadas
Não o farei nunca mais.
Porque não me amas mais?
Se o mar fosse molho (lerì-lerà)
E as montanhas de polenta (lerì-lerà)
Minha mãe que ensopadas
Minha mãe que ensopadas.
Se o mar fosse molho (lerì-lerà)
E as montanhas de polenta (lerì-lerà)
Minha mãe que ensopadas
"polenta e bacalhau".
Porque não me amas mais?
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