Caminho pelas dunas do esquecimento
Onde o vento sussurra nomes que já não sei
A Lua se dobra em quatro direções
Como se o tempo estivesse cansado também
Sob meus pés, a areia brilha verde
Um mar de vidro respirando no escuro
E cada passo abre eco antigo
Como um segredo preso no futuro
E eu deixo a fumaça me levar
Pra onde as cores tremem no ar
Se o mundo pesa, eu deixo virar poeira
Sou só um viajante na fronteira
Montanhas flutuam como cinzas vivas
O horizonte gira em círculos lentos
Escuto o canto de rochas antigas
Contando histórias de astros mortos há tempos
O céu desce em véus prateados
Pintando sombras nos meus ombros cansados
E cada luz que pisca longe
Parece chamar por meus pecados
E eu deixo a fumaça me levar
Pra onde as cores tremem no ar
Se o mundo pesa, eu deixo virar poeira
Sou só um viajante na fronteira
O vento fala em ritmos tortos
A terra pulsa como um coração doente
O tempo respira devagar
Como um animal dormente
E eu deixo a fumaça me levar
Até onde a mente não quer voltar
Nas dunas onde o real se desfez
Eu sigo em paz, pela última vez
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