Sigilosa
En la noche, indescifrable y peligrosa
Arrastrándose, en mi cuerpo, el poder
Desnuda, pero sin leer mi piel (ah)
Desfilando
Las miradas que se roba
Van burlando a los tontos que, observando, poco ven
Desnuda, pero sin leer mi piel (-el, -el)
Crimen
Nadie le cree cuando ella delata el crimen
Y su sentencia será vivir con la cicatriz
Por amar a su crimen
Y su sentencia será vivir con él
Acto 1: Entran en el cuarto y
Como un carroñero, le toma el pеlo y toca el cielo
Se dеrrite el hielo, mordió el anzuelo, cae al suelo
Agua corriendo, veneno, hunde su cuerpo
Cuchillo en su cuello y, con su acento, le dice muy lento
Acto 2: El crimen (oh-oh-oh)
A ver si te gusta cómo duele
Solo hay dolor que devolverte
Escupiste al cielo y te cayó en los ojos
Ahora ves cómo es vivir en el infierno
Acto 3: La huida
Ella es culpable
Al que me quiera venir a buscar y me quiera castigar
Por una cabeza que me pude salvar
Crimen
Se defendió y huyó de la escena del crimen
Y su sentencia será vivir con la cicatriz
Por amar a su crimen
Ella es presa, porque
Me envolvió y, entre sus fuerzas, me dejó sin aire (no)
Esta es la historia que no cuentan, no hubo quien me salve (no-oh)
Tan inocente y tan sensible, tan fácil de lastimar (o eso yo creía)
Eso me decía
La historia, escrita está
Está claro quién forjó el final
Cuando me robaste toda el alma
Silenciaste mis palabras
Que vengarme sea mi calma
Y la culpa no era mía, porque
Se lo merecía por pensar que yo no lo haría (eso fue así, crimen)
Se lo merecía por pensar que yo lo quería (crimen)
Si él, tan repetidamente, extralimita mi mente (ah, crimen)
Lastimaba totalmente cualquier rastro independiente
No pensaste que yo era capaz de un
Crimen
Lo perdió todo por creer que no era un crimen
Y su sentencia será vivir con la cicatriz
Por amar a su crimen
Ella se desarmó en pedazos por el crimen
Discreta
Na noite, indecifrável e perigosa
O poder se arrastando pelo meu corpo
Sem roupa, mas sem ler minha pele (ah)
Desfilando
Os olhares que ela rouba
Vão zombando dos tolos que, observando, pouco veem
Sem roupa, mas sem ler minha pele (-ele, -ele)
Crime
Ninguém acredita quando ela denuncia o crime
E sua sentença será viver com a cicatriz
Por amar o seu crime
E sua sentença será viver com ele
Ato 1: Entram no quarto e
Como um abutre, ele pega pelo cabelo e toca o céu
O gelo se derrete, mordeu a isca, cai no chão
Água correndo, veneno, afunda seu corpo
Faca no pescoço e, com seu sotaque, diz bem devagar
Ato 2: O crime (ah-ah-ah)
Vamos ver se você gosta de como dói
Só existe dor pra devolver a você
Você cuspiu pro alto e caiu nos seus olhos
Agora vê como é viver no inferno
Ato 3: A fuga
Ela é culpada
Quem quiser vir me procurar e me punir
Por uma cabeça que consegui salvar
Crime
Ela se defendeu e fugiu da cena do crime
E sua sentença será viver com a cicatriz
Por amar o seu crime
Ela é presa, porque
Me envolveu e, entre suas forças, me deixou sem ar (não)
Essa é a história que não contam, não houve quem me salvasse (não-ah)
Tão inocente e tão sensível, tão fácil de machucar (ou era o que eu pensava)
Era isso que eu dizia
A história já está escrita
Está claro quem construiu o final
Quando você roubou toda a minha alma
Silenciou minhas palavras
Que me vingar seja minha calma
E a culpa não era minha, porque
Ele merecia por achar que eu não faria (foi assim, crime)
Ele merecia por achar que eu o amava (crime)
Se ele, repetidamente, ultrapassa os limites da minha mente (ah, crime)
Machucava totalmente qualquer traço de independência
Você não pensou que eu seria capaz de um
Crime
Ele perdeu tudo por achar que não era um crime
E sua sentença será viver com a cicatriz
Por amar o seu crime
Ela se despedaçou por causa do crime
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