Oh! Bardo que cantava docemente
Em noites de tristeza e de luar
Oh! Bardo que cantava pras estrelas
Oh! Bardo que não ouço mas cantar
A Lua também tem de ti saudades
Vem sempre visitar o meu jazigo
Se acaso a minha voz te vem a magoar
Adeus, fica-te em paz ó meu amigo
Não chores de tristeza e de pesar
No sitío que te deu um fado atroz
Não de saudade do luar
Se acaso estás ouvindo a minha voz
Na campa solitária, escura e fria
Pra onde todos nós um dia iremos
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Dos dias mas felizes que vivemos
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