Nas curvas sinuosas da noite
Procuramos alguém
Pra dar sentido ao que não cabe em nós
Nessa hora o caminho é um só
Pra dentro
A saliva que enche a boca
Dá vontade de morder um pedaço a mais de você
Me envenena com o teu prazer
E faz arder a minha língua.
O vício, o corpo, o doce e roxo
O cheiro, o mato, o álcool, o tato
O seio, o torto, a terra, o mar, a cidade e as luzes
A necessidade, o tesão e falsa paz,
Não há romance no vulgar
Superagui, superstar
A medida da sorte é a morte
A medida do corpo é a cova,
Que é rasa pra abrigar tamanha alma que não vê,
Tamanha alma que não se vê
A medida da morte é a vida
A medida da vida é sem medida
Sobra fome, falta comida
Falta fome, sobra vida
Longe muito longe daqui
Num lugar que é dentro de mim
Avistei um tsunami de emoções
O vício, o corpo, o doce e roxo
O cheiro, o mato, o álcool, o tato
O seio, o torto e a falsa paz
Na euforia insaciável perdi cazuza, jimi e renato
E mais um monte de leões
A medida da fome é a vida e não a morte.
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