Am F
Chove no ponto de ônibus
Am F
E nesse ponto tudo passa
Am F
Passa o moço e o seu cigarro tão murraça
Am F
Passa a moça que se engasga com a fumaça
Am F
Passa o vidraceiro trazendo a vidraça
Am F E
Passa o cão vira-lata que em segredo sonha em ser um cão de caça
Am F
Chove no ponto de ônibus
Am F
E nesse ponto tudo é graça
Am F
Passa o moço rindo cheio de pirraça
Am F
Passa a moça que caiu na sua trapaça
Am F
Passa o piá correndo para a praça
Am F E
Passa o rei da manguaça quem na vida só restou ser zé cachaça
F
Nesse ponto tudo passa
G G#m Am
Só não passa o meu ônibus
( Am G#m G )
F G# Am
Quem dera se meu acalanto
C F G#m C
Confortasse todo pranto que viesse a existir
F G#m Am
Tornasse meus braços em manto
C F G#m C
Que cobrisse canto a canto, cada pedaço de ti
Am F
Chove no ponto de ônibus
Am F
E nesse ponto nada é graça
Am G F
Passa a vida bem vestida em desgraça
Am G F
Passa o terno já roído pela traça
Am G F
Passa a dor do nosso amor ser só carcaça
Am F E
Passa o coração partido e o peito repartido em abre latas
F
Nesse ponto tudo passa
G G#m Am
Só não passa o meu ônibus
( Am G#m G )
F G# Am
Quem dera se meu acalanto
C F G#m C
Confortasse todo pranto que viesse a existir
F G#m Am
Tornasse meus braços em manto
C F G#m C
Que cobrisse canto a canto, cada pedaço de ti
F G# Am
Quem dera se meu acalanto
C F G#m C
Confortasse todo pranto que viesse a existir
F G#m Am
Tornasse meus braços em manto
C F G#m C
Que cobrisse canto a canto, cada pedaço de ti
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