Quando a tarde se apaga e perde o brilho
Enfreno o Douradilho frente aberta
E saio tilintando as nazarenas
A paixão louca da morena me aperta
A trotezito, sigo o lume das estrelas
Reculutando saudades pela estrada
Que o tempo se encarrega de trazê-las
Nas longas horas vãs das madrugadas
Ao trote, avanço rumo à boca da noite
Ouvindo o som dos grilos e o açoite
Do vento que reborca na invernada
Me perco em pensamento de achegos
Pra encilhar, de sonhos e segredos
O coração de um China mal domada
Me perco em pensamento de achegos
Pra encilhar, de sonhos e segredos
O coração de um China mal domada
Enquanto um raio de Lua se debruça
Por sobre as crinas soltas do meu flete
A solidão do campo me rebusca
Minh'alma de campeiro se enternece
Ao longe, ouço o toque de cordeona
E a estrela do candeeiro se alumia
Já vejo retouçar nas querendonas
Num sarandeio até clarear o dia
Ao trote, avanço rumo à boca da noite
Ouvindo o som dos grilos e o açoite
Do vento que reborca na invernada
Me perco em pensamento de achegos
Pra encilhar, de sonhos e segredos
O coração de um China mal domada
Me perco em pensamento de achegos
Pra encilhar, de sonhos e segredos
O coração de um China mal domada
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