(Mauricio Baia/ Luis Carlinhos/ Gabriel Moura)
O poeta é o obstetra da palavra
A parteira do verso, é o interruptor
Da luz no fim do túnel
Do tempo, do amor
É o pente agarrado na juba do leão
A caneta e o pulso, é o interlocutor
Da voz de todo mundo
No fundo, o amor
Orangotango, orangotango...
Paranagolé, parangolé
Orangotango, orangotango...
Paranagolé, parangolé
Nêgo, nêgo....ah
Nêgo, nêgo....ah
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