Enquanto isso, fique por dentro das novidades!
Facebook CifraClubE pessoas pequenas, vulgarmente chamadas de anões
Por tempos atrações de circo como aberrações
Humanidade prepotente, arrogante
Transformam doentes em homens elefante
Por diamante, pau brasil, ouro e prata
Escravizam! justificativa: não possuem alma
Por quanto tempo esconderam atrás da palavra a ganância
Industria farmacêutica que propaga falsa esperança
Com discurso da cura, injetam o câncer na áfrica
Assim se lucra, extermine o povo, resta a terra farta
Acabar com a miséria ou com os miseráveis?
Resposta capitalista: ogivas nucleares
Semelhante a áfrica eu vejo o agreste, o sertão
Olhados com asco pelo resto da população
No sul só são baiano, paraíba
Na novela, fofoqueiro, prostituta interpretada pela artista
No piauí, família gaúcha compra terra, planta soja
Para a vista o sofrimento a preço de esmola
Nessa horas eu vejo hitler presente
No homossexual ferido com a lâmpada fluorescente
Até quando a gente não vai compreender o amor
Como verbo até divino e não somente pornô
Reality show, musa do carnaval, hit do verão
Que faz criança de 3 anos rebolar no chão
Amassa a latinha que o pai bebeu
Entorpecido, agressivo, na esposa bateu
Logo a criança reproduziu
O palavrão que na televisão ouviu
Monitor hostil, propaga discriminação
Na turma da mônica, o negro não banha - cascão
Até que o negro entra na programação
Faustão anuncia: beleza feminina, mulata, marrom bom bom
Que atendem a industria do sexo
Em cada propaganda de cerveja, mulher objeto
Dia dia, note e anote, mais você, não importa o nome
Na tv mulher é moda, receita, cozinha, silicone
Na nação patriarcal, nada surpreende
A mulher é apenas um a entre parênteses
Segundo plano, remuneração alguma
Tríplice jornada, e até o rap trata como vagabunda
A cada um e cada uma, escute a voz que canta
Que o homossexual não seja a extravagância no programa
O despertar das risadas
Sempre o motivo das piadas
Humanidade amarga, imbecil, inumana
Não consegue sentir,não sorrir, nunca ama
Não é segredo pra ninguém
Quem tem preconceito, levanta o dedo. uai, não tem ninguém?
Ainda bem... que canto mentiras, mas não
Aonde você guarda a discriminação?
Na piada da escola que se chama bulling
Ou no apelido inocente, cruel e rude?
No vomito forçado com vergonha do corpo
Pra atingir o padrão de beleza da globo
Que nunca será atingido
Por ginástica, plástica, cosméticos e lipos
Pois esse padrão só resulta em bulimia
Osteoporose, fobia, anorexia
E na vitrina, um só manequim, um só peso
Como se não existissem obesos
Acuados na roleta do ônibus
O capital que vende fritura, também vende redução do estomago
Até quanto a humanidade marchará em re
Transformando em um circo de aberrações a beleza de soleil.
Nós não somos diferentes
E sim diversos
Mas também somos monstros
Não por fora, mas aqui dentro
Nós que julgamos e excluímos
Nós sim somos as aberrações e ao mesmo tempo os palhaços
Mais de 15 cursos com aulas exclusivas, materiais didáticos e exercícios por R$49,90/mês.
Tenha acesso a benefícios exclusivos no App e no Site
Chega de anúncios
Mais recursos no app do Afinador
Atendimento Prioritário
Aumente seu limite de lista
Ajude a produzir mais conteúdo
Enquanto isso, fique por dentro das novidades!
Facebook CifraClub