Amanhã quando o sol acordar
Enxotando a madrugada
Espantando a lua prateada
Que ainda insiste em dormir
Por detrás de um pedaço de nuvem
Amanhã quando fizer sábado
E eu me despir da burocracia
Do paletó, da gravata, dos sapatos
E vestir a minha velha calça azul
E calçar minhas sandálias velhas
Tão amassadas e palmilhadas
E esconder meus olhos
Por traz dos basculantes escuros
Dos meus óculos
E derramar pelos lábios um assovio
E esquecer as circundância
De cada coisa que me circunda
E esquecer as mãos nos bolsos
Num vagar lento mas apressado
Amanhã depois que o sol chegar
Fazendo sábado
Eu não precisarei
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