Se interessa saber mais, Paulistas, Minas Gerais, tem uma história interessante
Contando hoje se acha graça, uma igreja e uma praça e um coração gigante
Trago sempre na lembrança, meu avô quando criança, cedo ía trabalhar
Vez em quando se assustava com o estalar na cana-brava e assovios pelo ar
Cabelo branco é respeito, vovô um homem direito, nunca vou me esquecer
As crianças de hoje em dia têm a tecnologia mas não sabem no que crer
O meu avô veio de guerra eu lembro em minhas rezas
O meu avô, meu amigo, era por todos querido
Tinha noite enluarada que andando pela estrada vovô se via parar
Na porteira não bolia, uma luz o impedia, não deixava atravessar
A família acordada, um trotar na madrugada, as janelas não se abriam
Uma mula-sem-cabeça, Deus do Céu não nos esqueça, essas coisas arrepiam
O azeite se acabava, a lamparina se apagava e o medo tomava conta
Gritos na escuridão, pedras sobre o casarão, mal que a oração espanta
Luz vermelha lá na serra, o mal anda sobre a terra, a cidade era assombrada
Se a terra não dá futuro, diz que ali se tem de burro a cabeça enterrada
Criticar não adianta, prostituta não é santa, não age na inocência
Uma era benfeitora e a rua onde era moradora hoje é rua da paciência
E Raimundo Zeferino, por alcunha Tim de Nilo é um grande historiador
As peculiaridades, coisas simples das cidades, busca ser conhecedor
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