Il cobra non è un serpente
Ma un pensiero frequente
Che diventa indecente
Quando vedo te, quando vedo te
Quando vedo te, quando vedo te
Il cobra non è una biscia
Ma un vapore che striscia
Con la traccia che lascia
Dove passi tu, dove passi tu
Dove passi tu, dove passi tu
Il cobra col sale
Se lo mangi fa male
Perché non si usa così
Il cobra ha un blasone
Di pietra ed ottone
È un nobile servo
Che vive in prigione
Il cobra si snoda
Si gira, mi inchioda
Mi chiude la bocca
Mi stringe e mi tocca
Wow! Wow! Il cobra! Ah!
Wow! Wow! Il cobra! Ah!
Il cobra non è un vampiro
Ma una lama, un sospiro
Che diventa un impero
Quando vedo te, quando vedo te
Quando vedo te, quando vedo te
Il cobra non è un pitone
Ma un gustoso boccone
Che diventa canzone
Dove passi tu, dove passi tu
Dove passi tu, dove passi tu
Il cobra col sale
Se lo mangi fa male
Perché non si usa così
Il cobra ha un blasone
Di pietra ed ottone
È un nobile servo che vive in prigione
Il cobra si snoda
Si gira, mi inchioda
Mi chiude la bocca
Mi stringe e mi tocca
Wow! Wow! Il cobra! Ah!
Wow! Wow! Il cobra! Ah!
Il cobra non è un serpente
Ma un pensiero frequente
Che diventa indecente
Quando vedo te, quando vedo te
Quando vedo te, quando vedo te
A cobra não é uma serpente
Mas um pensamento frequente
Que se torna indecente
Quando vejo você, quando vejo você
Quando vejo você, quando vejo você
A cobra não é uma víbora
Mas um vapor que rasteja
Com o rastro que deixa
Onde você passa, onde você passa
Onde você passa, onde você passa
A cobra com sal
Se você a come, faz mal
Porque não se usa assim
A cobra tem um brasão
De pedra e latão
É um nobre servo
Que vive na prisão
A cobra se desenrola
Se vira, me prega
Me fecha a boca
Me aperta e me toca
Uau! Uau! A cobra! Ah!
Uau! Uau! A cobra! Ah!
A cobra não é um vampiro
Mas uma lâmina, um suspiro
Que se torna um império
Quando vejo você, quando vejo você
Quando vejo você, quando vejo você
A cobra não é uma píton
Mas um saboroso petisco
Que se torna canção
Onde você passa, onde você passa
Onde você passa, onde você passa
A cobra com sal
Se você a come, faz mal
Porque não se usa assim
A cobra tem um brasão
De pedra e latão
É um nobre servo que vive na prisão
A cobra se desenrola
Se vira, me prega
Me fecha a boca
Me aperta e me toca
Uau! Uau! A cobra! Ah!
Uau! Uau! A cobra! Ah!
A cobra não é uma serpente
Mas um pensamento frequente
Que se torna indecente
Quando vejo você, quando vejo você
Quando vejo você, quando vejo você
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