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O Mago

Império DraKing

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Ergo minha espada entre os ecos do divino
Com a fúria que pulsa dos véus do destino
Minha carne carrega o peso dos ancestrais
E minha alma ferve como mil rituais

Meu sangue arde com o fogo do trovão
Cada cicatriz é pacto com a criação
Minha mente é lâmina que corta o engano
E meus passos sagrados guardam os planos

Falo com os ventos, comando seus giros
E nos campos de guerra, escuto os suspiros
Me chamam de mago, guerreiro, soldado
Mas sou o que molda o destino selado

Domino os símbolos, os gestos, as preces e runas
E no campo astral ao mortal ergo minhas fortunas
Minha voz é decreto, minha presença poder
Sou o que resiste quando tudo perecer

Não peço licença, minha mão é destino!
Não recuo, pois meu caminho é divino!
As eras me forjaram como fogo e metal
Sou o Guerreiro, Mago do tempo ancestral!

Sou eu, o que corta os véus com a espada da verdade!
Sou eu, o que acende as chamas da ancestralidade!
Sou eu, o que ergue as muralhas da história!
Sou eu, o que marcha em direção da vitória!

Minhas palavras são raios que rasgam o véu do medo
No templo arcano, ergo selos e runas com os dedos
Quando o tambor da guerra soa, a glória gira
Nos livros do tempo, meu nome brilha

No círculo de batalha, cada passo é feitiço
Meu olhar destrava o sagrado artifício
Os gritos do campo ecoam meu nome
Pois onde piso, o próprio caos consome

Meus braços canalizam o plasma astral
Minha mente desenha o campo celestial
Entre portais, conjuro espadas de luz
E no som do silêncio, minha força conduz

Sou o legado do que não foi vencido
O rugido oculto no tempo esquecido
Faço da dor meu código sagrado
E de cada queda, um novo legado

Cada inimigo que tombou diante de mim
Foi ensinado a temer o que não tem fim
Pois onde houver guerra, medo ou prisão
Ali surgirá minha força em vibração

Não peço licença, minha mão é destino!
Não recuo, pois meu caminho é divino!
As eras me forjaram como fogo e metal
Sou o Guerreiro, Mago do tempo ancestral!

Sou eu, o que corta os véus com a espada da verdade!
Sou eu, o que acende as chamas da ancestralidade!
Sou eu, o que ergue as muralhas da história!
Sou eu, o que marcha em direção da vitória!

Minhas palavras são raios que rasgam o véu do medo
No templo arcano, ergo selos e runas com os dedos
Quando o tambor da guerra soa, a glória gira
Nos livros do tempo, meu nome brilha

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