Dov'è un uomo senza più battaglie
Dov'è un uomo senza più medaglie
Dov'è un uomo
Che la vita non sceglie
Dov'è un uomo senza più montagne
Dov'è un uomo senza più menzogne
Dov'è un uomo
Che l'amore non coglie
Se quel frutto ha finito
Di essere proibito e
Guarda me che non ho più un pensiero una mente e
Guarda me che non ho più neanche un nome decente
Che ho vissuto per niente
Che ho rubato un po'
Io con fatica ho costruito questo mondo mio
Sugli errori ed i motori di una strana civiltà
Che ha per volto i miei rimorsi e brucerà
C'è chi da sempre ha violentato la mia volontà
È l'amore o forse il tempo
Chi per me deciderà
Chi per ultimo quel filo spezzerà
Chissà cos'è un uomo senza più la strada
Cos'è un uomo senza più una meta
Cos'è un uomo
Che a qualcosa non ceda
Cos'è un uomo senza il suo coraggio
Un guerriero senza tatuaggio
Cos'è un uomo che ricatta la sorte
E imbrogliando la morte ancora nascerà
E sono io che vivo ormai dei miei giorni contati
Che faccio sogni sbiaditi
Che ho paura anch'io
E sono io che vado via solo
Con queste mani ad arginare i confini tra il vero e l'irreale
Io sull'orgoglio ho costruito questo mondo mio
E le formule le valvole di una strana civiltà
Paradiso di sciacalli, avanzo di bordelli io
Io quell'uomo un animale un giocoliere io
Io che trucco le mie carte e sfotto il mio destino io
Senz'ali ho già sconfitto il vento ed io… Ho vinto!
Onde está um homem sem batalhas
Onde está um homem sem medalhas
Onde está um homem?
Que a sua vida não pode escolher
Onde está aquele homem sem morros
Onde está aquele homem sem mentiras
Onde anda um homem?
Que não goza do amor
Se aquele fruto deixou
De ser interdito e
Olha que já não tenho um pensamento e uma mente
E nem sequer tenho um nome que seja dignitoso
Vivi por nada
Roubei um bocadinho
Eu com bué esforço criei este mundo meu
Criei-o sobre os erros e os motores duma sinistra civilidade
Que possui no seu rosto os meus remorsos e se queimará
Há quem desde o começo apalpou a minha vontade
Talvez seja o amor ou o tempo
Quem vão decidir por mim
Quem por último irá partir aquele fio
Quiçá o que podia ser um homem sem um caminho a seguir
O que é um homem sem um destino
O que é um homem
Que não se renda a alguma coisa
O que é um homem sem a sua garra
Um guerreiro sem tatuagens
O que é um homem a abordar a sorte
E ao enganar a morte mais uma vez vai renascer
E sou eu que já vou vivendo os meus últimos dias
Que faço sonhos terríveis
Eu também tenho medo
E sou eu quem se vai embora sozinho
Com estas mão tentando inverter os confins entre a verdade e o irreal
Eu através do meu orgulho construí esse mundo meu
E até as formulas e as válvulas duma sinistra sociedade
Paraísos de chacais, residuos de bordeis
Vejo naquele home um animal a brincar eu
Eu que maquilho as minhas cartas e tiro sarro do meu destino
Sem as asas já derrotei o vento e eu ganhei!
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