Heureux qui, comme Ulysse, a fait un beau voyage,
Ou comme cestuy-là qui conquit la toison,
Et puis est retourné, plein d'usages et raison
Vivre entre ses parents le reste de son âge !
Quand reverrai-je, hélas, de mon petit village,
Fumer la cheminée et en quelle saison ?
Mais quand reverrai-je, de mon petit village, fumer la cheminée et en quelle saison ?
Mais quand reverrai-je ?
(refrain bis)
Reverrai-je le clos de ma pauvre maison
Qui m'est une province, et beaucoup davantage ?
Plus me plait le séjour qu'ont bati mes aieux,
Que des palais Romains le front audacieux,
Plus que le marbre dur me plait l'ardoise fine,
Plus mon Loire Gaulois, que le Tibre latin,
Plus mon petit Liret, que le mont Palatin,
Et plus que l'air marin la douceur angevine.
Mais quand reverrai-je, de mon petit village, Fumer la cheminée et en quelle saison,
Mais quand reverrai-je ?
(refrain bis)
J'ai traversé les mers à la force de mes bras,
Seul contre les Dieux, perdus dans l'air marin
Retranché dans une cale, et mes vieux tympans percés,
Pour ne plus jamais entendre les sirènes et leurs voix.
Nos vies sont une guerre où il ne tient qu'à nous
De nous soucier de nos sorts, de trouver le bon choix,
De nous méfier de nos pas, et de toute cette eau qui dort,
Qui pollue nos chemins, soit disant pavés d'or.
Mais quand reverrai-je, de mon petit village, fumer la cheminée et en quelle saison ? Mais quand reverrai-je ?
(refrain bis)
Mais quand reverrai-je ?
Mais quand reverrai-je ?
Mais quand reverrai-je ?
Mais quand reverrai-je ?
Feliz quem,como Ulysse,fez uma boa viagem
Ou como quem aqui conquista enchergar de cima pra baixo
E depois volta, repleto de usos e razão
Vive entre seus pais o resto de sua vida
Quando eu reverei, ai de mim, de minha cidadezinha
Queimar a chaminé e em que estação?
Mas quando eu reverei, ai de mim, de minha cidadezinha
Fumegar a chaminé e em que estação?
Mas quando eu reverei?
Reverei eu a cerca da minha pobre casa
Que me é uma cidade e muito mais?
Mais me apraz a estadia que nós edificavamos meus teres
Palácios Romanos de fachadas audaciosas
Mais que o mármore duro me apraz a ardosia fina
Mais meu Loire Gaulois, que o Tibre latino
Mais meu pequeno Liret, que o monte Palatin
E mais que a brisa do mar a doçura da montanha
Mas quando eu reverei, ai de mim, de minha cidadezinha
Fumegar a chaminé e em que estação?
Mas quando eu reverei?
Eu atravessei os mares com a força dos meus braços
Sozinho contra os Deuses, perdido na brisa
resobressaindo em um calço, e meus velhos tímpanos furam
Para jamais ouvir as sirenes e suas vozes
Nossas vidas são uma guerra onde ele só tem a nós
de nossas preocupações de nossas sortes, de encontrar o bom caminho
De nos desconfiar de nossos não, e de todas estas águas que (?)
Que poluem nossos caminhos, sejam ditos pavimentados de ouro
Mas quando eu reverei, de minha cidadezinha Fumegar a chaminé e em que estação?
Mas quando eu reverei?
Mas quando eu reverei?
Mas quando eu reverei?
Mas quando eu reverei?
Mas quando eu reverei?
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