Chove chuva
Chove sem parar (homenagem ao Jorge ben jor)
Ha, ha, ha
Márcia se molha toda
Sem poder se enxugar
Ha, ha, ha
Chove lá fora e aqui (homenagem ao lobão)
Não tem onde se abrigar
Ha, ha, ha
Chuva molha, molha, cai
Chuva chove, chove, sai
Chuva molha, molha, vem
Chuva, chuva
O ciclo d’água é uma dança eterna!
(Homenagem ao jaloo)
Ha, ha, ha
Márcia tá com frio
E o frio não vai passar
Nada pra se esquentar
Ha, ha, ha
Deixa chover, (homenagem ao guilherme arantes)
He, he, he
Deixa a chuva molhar
Ha, ha, ha
Márcia foi dentro de um bar
Que tem um abrigo quente
Tá cheio de gente
Que veio se abrigar
Ha, ha, ha
Oh! Chuva
Eu peço que caia devagar (homenagem ao luis carlinhos/falamansa)
Não precisa fazer enchente
Para ninguém se machucar
Ha, ha, ha
Márcia chamou Uber
Chegou rápido e entrou
Mas quantas gotas
O banco molhou
Ho, ho, ho
Chuva molha, molha, cai
Chuva chove, chove, sai
Chuva molha, molha, vem
Chuva, chuva
O ciclo d’água é uma dança eterna!
Ha, ha, ha
Márcia chega em casa
A recebo com abraço
Quente e apertado
Entra ao chuveiro
Para se esquentar
Ha, ha, ha
E lá fora
Chove chuva
Chove sem parar
Ha, ha, ha
Chuva molha, molha, cai
Chuva chove, chove, sai
Chuva molha, molha, vem
Chuva, chuva
O ciclo d’água é uma dança eterna!
Ha, ha, ha
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