A farsa apresentada como história. O maior escravo é o homem da pós-modernidade. Sufocado por seu ego, seduzido pelos apelos da mídia.
Produzimos a miséria, não há neutralidade. E nossos restos de vida, atrás de grades, fingindo viver e amar. Na verdade apenas esperando o fim.
Quando morrem os sonhos a vida definha. O concreto se desfaz na aspereza das ruas. Morto o homem, só há agora dias sem céu, e a frieza da máquina nos torna sombras.
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