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TRAPIMELO

YSY A

TRAPIMELO

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Sé que a veces creemos que todo este dolor tal vez no es pasajero
Diciembre de derrotas por promesas de enero
Jurándote dejar, llené un millón de ceniceros
Y hay veces que no pienso y me acelero

Y me dejo llevar por el sabor de estos ceros
Que no me hacen más feliz, pero eliminan los peros
No sé por qué cada vez es más caro todo lo que quiero, quiero
Quiero dejar de correr contra mi ansiedad, pero no puedo

Voy y lo encuentro de nuevo, con la bocha que no toca el suelo
Esquivando mare' de anzuelos, con la carnada enganchada a mi' sueños
Me acuerdo de cómo empezó, no veo hoy, ya esto era un premio
Me acuerdo la primera vez y me miro los pies, y no sé si es en serio, wow

Tan alto que no extraño el vértigo
¿Esto es lo que llaman éxito? (YSY)
Vengo corriendo hace tiempo, vine a buscar mi título de médico
Dopado, escribiendo disléxico
Llueven millones y llega mi léxico

Desde Argentina hasta México, y a toda España
Arranqué a correr la maratón hasta Alemania
Yo tan apurado que me inspira el ruido, yo no quiero río ni montaña
El único río que extraño es el que, a la mañana, mi ventana baña
Conozco su mapa, conozco su maña, estas calle' son cuna de grande' hazaña', huh

Despertate, sacate las lagaña'
Que los gato' te ven como lasaña
Y las redes las tejen las arañas
Y la zorra me miente que me extraña
Pero toda' estas sirena' no me engañan
Conoce demasiado océano, estas cañas
A vece', no pensar al mismo tiempo en el otro es lo que más nos daña

A vece', no pensar al mismo tiempo en el otro es lo que más nos daña
A vece', no pensar al mismo tiempo en el otro es lo que más nos daña
A vece', no pensar al mismo tiempo en el otro es lo que más nos daña
A vece', no pensar al mismo tiempo en el otro es lo que más nos daña

Sé que a veces creemos que todo este dolor tal vez no es pasajero
Diciembre de derrotas por promesas de enero
Jurándote dejar, llené un millón de ceniceros
Y hay veces que no pienso y me acelero

Y me dejo llevar por el sabor de estos ceros
Que no me hacen más feliz, pero eliminan los peros
No sé por qué cada ve' es más caro to' lo que quiero, quiero
Quiero dejar de correr contra mi ansiedad, pero no puedo

(Quiero dejar de correr contra mi ansiedad, pero no puedo)
(Quiero dejar de correr contra mi ansiedad, pero no puedo)
(Por promesas de ene–)
(Diciembre de derrotas por promesas de ene–)
(Por promesas de ene–)
(Diciembre de derrotas por promesas de ene–)
(Diciembre de derrotas por promesas de ene–)
(Diciembre de derrotas por promesas de ene–)

Eu sei que às vezes a gente acha que toda essa dor talvez não seja passageira
Dezembro de derrotas por causa de promessas de janeiro
Jurando te deixar, eu enchi um milhão de cinzeiros
E tem vezes em que eu não penso e acelero

E me deixo levar pelo gosto desses zeros
Que não me fazem mais feliz, mas eliminam os poréns
Não sei por que cada vez tudo o que eu quero, quero fica mais caro
Quero parar de correr contra a minha ansiedade, mas não consigo

Vou e encontro isso de novo, com a bola que não toca o chão
Desviando de mares de anzóis, com a isca presa nos meus sonhos
Lembro de como começou, hoje eu não vejo, isso já era um prêmio
Lembro da primeira vez, olho pros meus pés e não sei se é real, uau

Tão alto que nem sinto saudade da vertigem
É isso que chamam de sucesso?
Venho correndo há um tempo, vim buscar meu diploma de médico
Dopado, escrevendo como um disléxico
Chovem milhões e o meu vocabulário cresce

Da Argentina até o México, e por toda a Espanha
Saí correndo a maratona até a Alemanha
Tão apressado que o barulho me inspira, não quero rio nem montanha
O único rio de que sinto falta é o que, de manhã, banha minha janela
Conheço o mapa dele, conheço os truques, essas ruas são berço de grandes feitos, uh

Acorda, tira essa remela do olho
Que os gatos te veem como lasanha
As redes são tecidas pelas aranhas
E a vadia mente pra mim dizendo que sente minha falta
Mas todas essas sereias não me enganam
Quem já viu demais, não cai fácil em qualquer isca
Às vezes, não pensar no outro ao mesmo tempo é o que mais machuca a gente

Às vezes, não pensar no outro ao mesmo tempo é o que mais machuca a gente
Às vezes, não pensar no outro ao mesmo tempo é o que mais machuca a gente
Às vezes, não pensar no outro ao mesmo tempo é o que mais machuca a gente
Às vezes, não pensar no outro ao mesmo tempo é o que mais machuca a gente

Eu sei que às vezes a gente acha que toda essa dor talvez não seja passageira
Dezembro de derrotas por causa de promessas de janeiro
Jurando te deixar, eu enchi um milhão de cinzeiros
E tem vezes em que eu não penso e acelero

E me deixo levar pelo gosto desses zeros
Que não me fazem mais feliz, mas eliminam os poréns
Não sei por que cada vez tudo o que eu quero, quero fica mais caro
Quero parar de correr contra a minha ansiedade, mas não consigo

(Quero parar de correr contra a minha ansiedade, mas não consigo)
(Quero parar de correr contra a minha ansiedade, mas não consigo)
(Por causa de promessas de janeiro–)
(Dezembro de derrotas por causa de promessas de janeiro–)
(Por causa de promessas de janeiro–)
(Dezembro de derrotas por causa de promessas de janeiro–)
(Dezembro de derrotas por causa de promessas de janeiro–)
(Dezembro de derrotas por causa de promessas de janeiro–)

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