Странно – трамваи не ходят кругами
А только от края до края
Ещё молодая весна пытает
Мимо созвездий запруженных улиц
К нам первые крылья вернулись
Ещё не проснулись, а всё туда же
А в забытом тобою отрезке
Мне всё было ново и всё интересно
И на забытой тобою фотке
Минус сто сорок и вечное лето
А в забытом тобою отрезке
Мне всё было ново и всё интересно
И на забытой тобою фотке
Минус сто сорок Ужас
Помнишь? Да нет, ни фига ты не помнишь
А мне же не очень-то нужно
И только сопливо и голос простужен
Где-то ведь ходят по кругу трамваи
И мчатся созревшие стаи
И крутят мои винилы подростки
А в забытом тобою отрезке
Мне всё было ново и всё интересно
И на забытой тобою фотке
Минус сто сорок и вечное лето
А в забытом тобою отрезке
Мне всё было ново и всё интересно
И на забытой тобою фотке
Минус сто сорок Ужас
Странно – трамваи не ходят кругами
А только от края до края
Ещё молодая весна пытает
Мимо созвездий запруженных улиц
К нам первые крылья вернулись
Ещё не проснулись, а всё туда же
А в забытом тобою отрезке
Мне всё было ново (ново)
И всё интересно (интересно)
И на забытой тобою фотке –
Минус сто сорок и вечное лето
А в забытом (в забытом) тобою отрезке
Мне всё было ново (ново)
И всё интересно (интересно)
И на забытой тобою фотке
Минус сто сорок (лето) Ужас
А в забытом (в забытом) тобою отрезке
Мне всё было ново (ново)
И всё интересно (интересно)
И на забытой тобою фотке
Минус сто сорок и вечное лето
А в забытом (в забытом) тобою отрезке
Мне всё было ново (ново)
И всё интересно (интересно)
И на забытой тобою фотке
Минус сто сорок (лето) Ужас
Que estranho... os bondes não andam em círculos,
Apenas de um canto ao outro.
A primavera tenta ser jovem de novo.
Diante das ruas interditadas de constelações.
As primeiras asas voltaram a nós,
Ainda não acordaram, mas todos lá já.
A um passo de te esquecer,
Era tudo novo pra mim, era tudo interessante.
E numa foto esquecida contigo, menos cento e quarenta
E um verão eterno.
A um passo de te esquecer,
Era tudo novo pra mim, era tudo interessante.
E numa foto esquecida contigo, menos cento e quarenta
Que horror.
Se lembra? não, você não lembra de nada.
Mas para mim não é muito importante.
Apenas uma voz gripada e ranhosa.
Já que em algum lugar os bondes andam em círculo,
Um grupo de idosos corre,
E meus adolescentes de vinil giram.
A um passo de te esquecer,
Era tudo novo pra mim, era tudo interessante.
E numa foto esquecida contigo, menos cento e quarenta
E um verão eterno.
A um passo de te esquecer,
Era tudo novo pra mim, era tudo interessante.
E numa foto esquecida contigo, menos cento e quarenta
Que horror.
(solo)
Que estranho... os bondes não andam em círculos,
Apenas de um canto ao outro.
A primavera tenta ser jovem de novo.
Diante das ruas interditadas das constelações.
As primeiras asas voltaram a nós,
Ainda não acordaram, mas todos lá, já.
A um passo de te esquecer,
Era tudo novo pra mim, era tudo interessante.
E numa foto esquecida contigo, menos cento e quarenta
E um verão eterno.
A um passo de te esquecer,
Era tudo novo pra mim, era tudo interessante.
E numa foto esquecida contigo, menos cento e quarenta
Que horror.
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