Catolé!
Cheguei ao meu alto sertão,
Nesse velho torrão,
Que enverga também o peito.
Catolé!
Dessa seca que assola o chão,
Marca o rosto e fere as mãos,
Só não desfaz nobre quinhão.
Mas não é!
Que se dá chuva,
Só do barulho a trovoar,
Teu povo sai a dançar.
Como é!
Que no corrente se faz inundar,
Gente a correr e a gargalhar,
A tomar banho de bica.
Catolé!
Desde cedo comendo feijão...
Dos caba, do sítio do sertão...
Catolé!
Cabinha, oxente, sim sinhô,
Mais menino, vôti, sostô,
Por favor, não me arremede não...
Catolé!
Fez nascer a mama áfrica,
Berádêro a capela a gritar,
Arcaico peito catolaico
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