Sentado à mesa
Num dia quente de verão
Nada de novo por aqui
Tão evidente
No calendário marca dezembro
Não vejo festa e nem rojão
Há nostalgia daqueles tempos
De som de risos e violão
A vida é curta demais
Pra perder tempo tentando voltar atrás
Deixa o passado só passar
Quem sabe assim tudo não volta pro lugar
Perto e tão longe
Nós invertemos o natural
Tão raro o toque
Tão frágeis como um cristal
Mas somos fortes
Basta lembrarmos que mais um ano se passou
E estamos vivos
Seguindo avante
Não esquecendo
Cada degrau é importante
Suporte e base
Mais doze meses
Trezentos e sessenta e cinco novas manhãs
Até dezembro
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