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Une valse

Édith Piaf

Uma Valsa

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Une valse
Une étrange valse
Tient toute la place
Dans ma rêverie
Et dans ma vie
Elle évoque
Une lointaine époque
Un décor baroque
L'ancienne Russie
Et ses folies
Et j'invente
Une ville immense
Qui chante et qui danse
Le Saint-Pétersbourg
Des nuits blanches

Je m'évade
Roulée dans ces vagues
Touchée par la grâce
Je ferme les yeux
C'est merveilleux

Et ma valse
Tourne dans les glaces
De tout un palace
D'or et de cristal
Ces soirs de bal
Robe longue
Envol de colombe
La lumière et l'ombre
Tout tourne à la fois
Autour de moi
J'ai la fièvre
De sang sur mes lèvres
Le feu du la fête
Je ne sais plus bien
Si je rêve

Et je danse
Dans ma robe blanche
Deux doigts sous la manche
D'un jeune aspirant
J'ai dix-sept ans

Cette valse
Ce n'est que la valse
Que l'orchestre en face
Dans ce cabaret
Joue sans arrêt
Mon beau prince
N'est ni grand, ni mince
Dans le froid qui pince
Il fait son métier
C'est le portier
Du ciel pâle
Une neige sale
Descend en rafales
Et tombe sans bruit
Sur Pigalle…

Les enseignes
En lettres qui saignent
S'allument et s'éteignent
Au coeur de Paris
Hôtel de Russie…
Hôtel de Russie…
Hôtel de Russie…

Uma valsa
Uma estranha valsa
Toma toda a praça
Nos meus devaneios
E minha vida
Ela evoca
Uma distante época
Uma decoração barroca
A antiga Rússia
E suas loucuras
E eu invento
Uma cidade imensa
Que canta e que dança
É São Petersburgo
Das noites brancas

E me escapa
Circulando em ondas
Tocada pela graça
Eu fecho meus olhos
É maravilhoso

E a minha valsa
Tornando de gelo
Todo o palácio
De ouro e cristal
Nas noites de baile
Vestido longo
O vôo da pomba
A luz e a sombra
Tudo gira de uma vez
Em volta de mim
Eu tenho a febre
De sangue sob meus lábios
O Fogo da festa
Eu já não sei bem
Se eu sonho

E eu danço
No meu vestido branco
Dois dedos sob a manga
De um jovem aspirante
Eu tenho dezessete anos

Esta valsa
Esta é apenas a valsa
Que a orquestra em frente
A este Cabaret
Toca sem parar
Meu belo príncipe
Não é grande, nem magro
No frio que prega
Ele faz seu trabalho
É o porteiro
Do céu pálido
Uma neve suja
Descendo em rajada
E cai sem barulho
Sobre o Pigalle ...

Os ensinamentos
Em cartas que sangram
Acendem-se e se apagam
No coração de Paris
Hotel da Rússia ...
Hotel da Rússia ...
Hotel da Rússia ...

Composição de Charles Dumont/Jacques Plante
Colaboração e revisão:
  • Luciana Santos
  • Gabriel Borba

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