Eu vô dexá tôdéssas coisa aí dum lado
Já num tenho mais costado
Prús baque dêsse rojão
É tanta coisa pur dever tanto pagar
Sem receber tanto que dar
Chega! Já num guento mais não
Só tô isperano é a promessa dos ciganos
Que na terra inda êsse ano
Vai divagarin pôsar
U'a istrêla maga
N'ua aparição istranha
Da Serra da Carantonha
Inté o Geais eu vô prá lá
Se sussarana sêca rapina e ciganos
Num pará de fazê danos
E Zé do laço conseguí
Vô chiquerano os meus bodes pru Gerais
E jura que nunca mais
Eu boto meus pé aqui
E inquanto na face da terra havê tiranos
Vassalos e susseranos
Sinhorio e servidão
Fico lá incima hospedado com os Reis Mago
Nos camim de São Tiago
Num boto os pé nesse chão
Tá um apuri qui inté juro com acêrto
O planeta nesse aperto
Num guenta mais tempo não
Tá um tempão de Deus sem tê pr'onde se saí
Será o tempo do quetaí
Que já chegô no meu sertão
Só tô isperano é a promessa dos ciganos
Qui na terra inda êsse ano
Vai divagarin posar
U'a estrêla maga
N'ua apariçãi istranha
Da Serra da Carantonha
Inté o Gerais eu vô prá lá
E inquanto na face da terra havê tiranos
Vassalos e susseranos
Sinhorio e servidão
Fico lá inriba hospedado com os Reis Magos
Nos confim de São Tiago
Num boto os pé nesse chão
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