Mesmo que eu sinta as palavras
Daquele delírio
Daquele absinto
Daquela memória esquecida
Perdida no fluxo arrastado de estrelas
Exatas
Meu corpo é um ponto encorpado na
Esquina
Em meio às notícias de vidas sem corpo
Mulas sem cabeça
Sem vistas
Que a beça se enforcam em revistas
Inda que eu siga o rumo
Dos cafés noturnos do centro
Lá, onde os meninos
São o centro de tudo
São todos, no entanto
Um tanto confusos
Sozinhos, um bando
Estão tontos, sozinhos
Não posso seguir o destino do centro
Do tempo que curva o caminho
Do eu peregrino, em si um desatino
Eis que decido num espanto
Dar a meia volta
Riscar a avenida, traçar a medida
Do canto, do fausto
Cravar no asfalto a revolta, a guerrilha
E ao chegar em casa vou produzir versos
Em largas escalas
Romper com as escolas
Viver nas imagens já desfiguradas
Da minha figura
Mais de 15 cursos com aulas exclusivas, materiais didáticos e exercícios por R$49,90/mês.
Tenha acesso a benefícios exclusivos no App e no Site
Chega de anúncios
Mais recursos no app do Afinador
Atendimento Prioritário
Aumente seu limite de lista
Ajude a produzir mais conteúdo
Enquanto isso, fique por dentro das novidades!
Facebook CifraClubEnquanto isso, fique por dentro das novidades!
Facebook CifraClubEnquanto isso, fique por dentro das novidades!
Facebook CifraClubEnquanto isso, fique por dentro das novidades!
Facebook CifraClubEnquanto isso, fique por dentro das novidades!
Facebook CifraClubEnquanto isso, fique por dentro das novidades!
Facebook CifraClubEnquanto isso, fique por dentro das novidades!
Facebook CifraClubEnquanto isso, fique por dentro das novidades!
Facebook CifraClub