Rumo ao poder
Isto é real rap, rimas por cima do booom bap
Rumo ao poder
Deejay graffite, break dance sem limite
Rumo ao poder
Cultura da street, a invadir o ghetto e a city
Rumo ao poder
Hip hop somos nós, somos nós a nascente e a foz
Norte sul este oeste, mar terra marte
Invadimos qualquer booth, como a dor de um enfarte
Hip hop somos nós, nós somos parte
Do núcleo subterrâneo, desse mundo aparte
Atraimos multidões, como a copa mundial
Recolhemos milhões, tipo na igreja universal
Entoamos canções, e salmos de revolução
Em prol da justiça, saúde e educação
Não importa a nação região, credo ou raça
Rítmo e poesia, movimenta as massas
Não importa o adversário, nosso objectivo é a taça
Quando corremos por gosto, tudo se ultrapassa
Passa a sede passa a fome, e a dor da ferida
Passo à passo chegaremos, a terra prometida
Faça sol frio ou chuva, 'tou disposto a morrer
Pelo r.a.p, rumo ao poder
Rumo ao poder
Isto é real rap, rimas por cima do booom bap
Rumo ao poder
Deejay graffite, break dance sem limite
Rumo ao poder
Cultura da street, a invadir o ghetto e a city
Rumo ao poder
Hip hop somos nós, somos nós a nascente e a foz
Tenho h de hip hop, de humildade e hakeem
Disposto a dar a vida pelo meu team
Rap rumo ao poder, isto não é um filme
Ditadura lirical, hip hop em bruto é o regime
Antes eramos gangsters e drug dealers
Hoje atingimos ouro e platina
O estilo discriminado hoje domina
Rap mudou a vida de muitos ghetto niggers
Podem nos sensurar, nas ruas fizemos guita
Em casa não toca?, no show a tua filha grita
A gente não morre, a gente se multiplica
Não foge a revolução é pacífica
Invadimos rádios, e as tvs
Bee boys emecees, writers e deejays
Tou nessa cena, all day every day
Mudei o meu nome por causa disto, tipo calcius clay
Rumo ao poder
Isto é real rap, rimas por cima do booom bap
Rumo ao poder
Deejay graffite, break dance sem limite
Rumo ao poder
Cultura da street, a invadir o ghetto e a city
Rumo ao poder
Hip hop somos nós, somos nós a nascente e a foz
Eu não sou o miguel, e nem neto de rimas
Puro hip hop, vem de baixo e não de cima
Mar negro a sapiência que não morre
Al qaeda ao escrever, pra as gémeas torres
Rimas ferrujadas quando saem provocam tátano
Pra o falsário, sou um veneno
Para o meu povo, sou um antídoto
Rumo ao poder, mas um poder hip hopático
Palavras burras, são transformadas em rap clássico
Ovelha do sacrifício, fiel a revolução
Sou a voz meiga sentida que fala ao coração
Violo papéis com a minha lapiseira tesa
Mina de rimas, tenho com certeza
Anur alkaf, a roupa do saber
Hakeem salaam e gruta sónica
Ah,... rumo ao poder
Rumo ao poder
Isto é real rap, rimas por cima do booom bap
Rumo ao poder
Deejay graffite, break dance sem limite
Rumo ao poder
Cultura da street, a invadir o ghetto e a city
Rumo ao poder
Hip hop somos nós, somos nós a nascente e a foz
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