The pain that eats my soul alive
A quiet scream I keep inside
I drink the silence of the night
It tastes like fear and dying light
My shadow speaks when I am weak
When I am weak
It knows the words I dare not speak
Dare not speak
I walk through days that feel the same
A heart in chains, a mind in flames
This weight won’t fade, it tightens slow
The night is all I’ll ever know
Ooh
I scream in thoughts I cannot free
A prison built inside of me
Drowning in an endless sea
No shore, no light to carry me
Carry me
Silence screams inside my veins
Breathing fear, exhaling pain
Echoes crawl beneath my skin
A war I'm doomed to fight within
Within
I sink, I fall, I still remain
Alive inside the pouring rain
The Sun forgets to warm my skin
I wear the cold from deep within
Every dawn feels like defeat
Hope bleeds out beneath my feet
My thoughts decay like autumn leaves
Autumn leaves
Still falling from what I believed
I chase a ghost I used to be
A fading
A fading echo
Staring back at me
This burden carved into my bones
A crown of thorns, a shattered throne
I carry scars no one can see
Invisible
Invisible chains suffocating me
Drowning in an endless sea
No voice left to rescue me
Rescue me
Silence screams, the dark remains
I speak in wounds, I think in pain
Echoes haunt my every breath
A slow embrace, a taste of death
I sink, I fall, yet here I stand
Still reaching out
Still reaching out with trembling hands
If I vanish in the dark tonight
Will you notice my fading light?
Or am I just another name
Buried underneath the pain?
I fight myself behind closed eyes
A thousand truths, a thousand lies
I break, I bend, I almost drown
Still something in me pulls me down
Drowning in an endless sea
Still the waves remember me
Though the night refuses to end
I am not gone, I only bend
Silence screams, but I survive
Half destroyed
Yet still alive
With broken wings, I touch the ground
Unbound
Not redeemed, but still unbound
I carry scars into the dark
A dying flame
A stubborn spark
A dor que devora minha alma viva
Um grito silencioso que guardo dentro de mim
Eu bebo o silêncio da noite
Tem gosto de medo e luz moribunda
Minha sombra fala quando estou fraco
Quando estou fraco
Ela conhece as palavras que eu não ouso pronunciar
Não ouse pronunciar
Passo por dias que parecem iguais
Um coração acorrentado, uma mente em chamas
Esse peso não desaparece, ele se ajusta lentamente
A noite é tudo o que eu sempre conhecerei
Uh
Eu grito em pensamentos que não consigo libertar
Uma prisão construída dentro de mim
Afogando-se em um mar sem fim
Sem costa, sem luz para me guiar
Leve-me
O silêncio grita dentro das minhas veias
Respirando medo, expirando dor
Ecos rastejam sob minha pele
Uma guerra na qual estou condenado a lutar
Dentro de
Eu afundo, eu caio, e ainda assim permaneço
Vivo em meio à chuva torrencial
O Sol se esquece de aquecer minha pele
Eu visto o frio que vem do fundo da minha alma
Cada amanhecer parece uma derrota
A esperança se esvai sob meus pés
Meus pensamentos se desfazem como folhas de outono
Folhas de outono
Continuo me afastando daquilo em que acreditava
Persigo um fantasma que eu costumava ser
Um desvanecimento
Um eco que se desvanece
Olhando fixamente para mim
Esse fardo gravado em meus ossos
Uma coroa de espinhos, um trono despedaçado
Carrego cicatrizes que ninguém consegue ver
Invisível
Correntes invisíveis me sufocando
Afogando-se em um mar sem fim
Não há mais nenhuma voz para me resgatar
Resgate-me
O silêncio grita, a escuridão permanece
Falo em feridas, penso em dor
Ecos assombram cada respiração minha
Um abraço lento, um gosto de morte
Eu afundo, eu caio, mas aqui estou de pé
Continuo tentando contato
Ainda estendendo as mãos trêmulas
Se eu desaparecer na escuridão esta noite
Você vai notar minha luz se apagando?
Ou será que sou apenas mais um nome?
Enterrado sob a dor?
Eu luto comigo mesmo por trás dos olhos fechados
Mil verdades, mil mentiras
Eu quebro, eu me curvo, quase me afogo
Ainda assim, algo em mim me puxa para baixo
Afogando-se em um mar sem fim
As ondas ainda se lembram de mim
Embora a noite se recuse a terminar
Eu não desapareci, apenas me curvei
O silêncio grita, mas eu sobrevivo
Meio destruído
Mas ainda vivo
Com as asas quebradas, toco o chão
Sem amarras
Não resgatado, mas ainda livre
Eu carrego cicatrizes na escuridão
Uma chama que se extingue
Uma faísca teimosa
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