Botou a cara na rua, sentiu o vento, o cheiro no ar
Os pés descalços na chuva, movimentos de quem parece dançar
Ela dança pra aplacar sua raiva
Pé na tábua e ultrapassa bem na curva
Ela pensa se vive mesmo ou só vê a vida passar
Lá no fundo da banheira vazia, ela só pensa em respirar
Respirar nem sempre é fácil
Respirar, nem sempre é
Botou a cara na rua, sentiu o vento, o cheiro no ar
Os pés descalços na chuva, movimentos de quem parece dançar
Ela dança pra aplacar sua raiva
Pé na tábua e ultrapassa bem na curva
Ela pensa se vive mesmo ou só vê a vida passar
Lá no fundo da banheira vazia, ela só pensa em respirar
Respirar nem sempre é fácil
Respirar, nem sempre é
Aumenta o fone pra subir um muro teu
No coletivo a caminho do colégio
Viver na rua para não morrer de tédio
Nem só de ficar sempre embaixo do seu prédio
Ela queria um pouco mais que o seu trabalho
Seu horário e o seu namorado
Ela queria um pouco mais de tempo hábil
Uma passagem, somente um álibi
Lá no fundo da banheira vazia, ela só pensa em respirar
Respirar, nem sempre é fácil
Respirar, nem sempre é
Não vai mais esperar por um convite que nunca chega
E não vai mais circular a porta de uma festa que nunca começa
Por tanto tempo ela se perguntando se seria com ela?
Mas com a certeza que o problema era ela estar
Sendo ela mesma, sempre a mesma, sem mudar
A mesma, sempre a mesma
Ela já não espera mais por um príncipe piegas
Mas um cavalo branco seria legal para poder viajar
Ela já quis ver o mar, pensava em se encontrar
Ela já quis ver o mundo hoje cansou de sonhar
E se contenta com tudo que possa conquistar
Sendo ela mesma, sempre a mesma, sem mudar
Sendo ela mesma, sempre a mesma, flutua
Flutua, flutuar
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